Bem vindo ao ESTILO DE VIDA BEM VIVER

A chamada vida moderna alcançou altos graus, de desenvolvimento científico e tecnológico, proporcionando um salto na qualidade de vida material com conforto e facilidades, como nunca antes visto na história da humanidade. No entanto, não só continuamos os mesmo em relação aos sentimentos como ainda perdemos o pouco que tínhamos nas relações humanas.
Com o Orkut, Facebook, ipod, Reality Show e propagandas que estimulam o consumo desenfreado nos fazem cada vez mais olharmos somente para o exterior, esquecendo de entrar em contato conosco mesmo, deixando de lado a importância do silêncio, do autoconhecimento e do verdadeiro amor

Como conseqüência de tudo isso, temos o surgimento das doenças da vida moderna, como a ansiedade, o estresse, a síndrome do pânico, a depressão e outras. Estas doenças nos tiram o prazer de viver, além de prejudicar nossas relações afetivas, profissionais e familiares, proporcionando uma queda extremamente bruta na nossa qualidade de vida.

Por isso, esse blog foi criado com a intenção de levar até você informações que possam te ajudar a resgatar, aumentar e principalmente, a manter sua qualidade de vida.

Aqui você vai encontrar artigos sobre os mais variados temas, dicas simples e práticas para serem colocadas em ação no seu dia a dia, além de dicas de livros, filmes, bate-papo e muito mais.

Venha e deixe-se inspirar!

sábado, 14 de maio de 2011

ESGOTAMENTO


Sabe porque estamos sempre nos sentindo esgotados, cansados, desanimados, exaustos?
Porque perdemos energia pelo excesso de pensamentos.
Se lembra que eu já falei sobre a diferença entre pensamento e raciocínio?
Pois é! Cacima, um ser maravilhoso, ontem estava falando sobre isso, como perdemos energia pensando sobre o ontem e projetando sobre o amanhã.
Temos que viver o agora. Como estou agora, o que estou sentindo agora, o que posso fazer agora, em quem posso dar um abraço agora, em quem posso dar um beijo agora, para quem posso dizer “te amo” agora, como posso mudar agora.
Não é pensando repetidamente nos problemas que vamos solucioná-los, mas raciocinando na solução. E só quando paramos de pensar neles que encontramos a solução.
Pare de analisar o que já aconteceu e passe a raciocinar a solução.
Se lembra do quanto já falei sobre respirar?
Então, que tal parar AGORA 2 minutinhos fazer 3 ou 4 ou quantas respirações quiser, relaxando o corpo, e depois raciocinar um único problema que te incomoda (sempre um por vez).
Use sempre perguntas como: porque isso me aconteceu? O que ganho continuando a pensar? Porque não mudo o modo de sentir, agir e passo a raciocinar?
É com questionamentos que raciocinamos.
Veja como é diferente dizer: fulano brigou comigo, para, porque fulano brigou comigo?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 13 de maio de 2011

MEDO DA MUDANÇA

Ary Alonso é um Coach empresarial que escreve fantasticamente. Eu pelo menos adoro seus textos. E hoje recebi um falando sobre o medo de mudança, que da continuidade ao que venho escrevendo nesses 15 dias. Como ele é da área empresarial, muitas vezes seus escritos estão voltado a essa área. Mas na verdade pode ser estendida a todas as áreas da vida como o medo de mudança. Já reparou como tememos mudar de parceiro, de residência, de emprego, de idéias, de conceitos e pré-conceitos, de tabus e principalmente de mudar pensamento para raciocínio?
Transcrevo na integra o texto dele.



Medo da mudança
Por Ary Alonso (Coach espiritual/cabalista)

A coisa que o ser humano menos gosta é de mudar. Qualquer tipo de mudança deixa a pessoa de cabelo em pé. Quase ninguém gosta de mudanças na vida, a não ser os empreendedores que saem por aí criando coisas novas e desbravando mercados quase que inexistentes.

Quando acontece uma mudança de lugar ou de mesa, o funcionário entra em desespero – parece que preferia ser mandado embora a mudar de andar ou de setor. Uma das maiores dificuldades nas empresas modernas é a avaliação. Gostamos de mudar de casa, de apartamento ou de namorada, mas de atitude ou comportamento, especialmente se por uma crítica do chefe, ninguém quer.

A explicação é simples: a natureza, ou programação, da nossa consciência física, a inteligência racional e lógica, só sabe pensar no imediato: “O que é que eu ganho com isso agora?” Ora, no momento em que estou sendo avaliado, como posso ganhar alguma coisa? Não sendo elogio, é fria.

Temos dificuldade em pensar nas consequências, não enxergamos que a mudança é o propósito da vida. Não existe outra forma de crescer, amadurecer ou evoluir.

Profissionalmente, pensamos que o nosso trabalho é para o patrão, e isso é só uma visão míope das coisas. Estamos construindo a nossa vida; se ela foi feita de vadiagem ou enganação, é nossa.

Conta-se uma história de um mestre de obras que, depois de trabalhar muitos anos numa empresa, estava cansado e queria se aposentar.

Acontece que era um funcionário exemplar, que construía casas populares com perfeição de acabamento e estrutura. A empresa não queria perder tão boa mão de obra. Depois de insistir muito, o patrão concordou e lhe pediu apenas que construísse uma última casa. Mesmo querendo parar imediatamente, acabou por ceder ao pedido de fazer mais uma. A impaciência tomou conta do dia a dia da sua vida, o que acabou refletindo no seu trabalho, com uma casa de estrutura fraca, paredes tortas e instalações malfeitas. Até que um dia a casa ficou pronta. Foi entregar a chave ao patrão, que já estava com o cheque pronto da aposentadoria e devolveu-lhe a chave, dizendo: “Muito obrigado pelo seu trabalho esses anos todos. Essa casa é pra você”.

Fazer um trabalho mais ou menos só quer dizer que aquele pedaço da sua vida será mais ou menos.

Faça sempre o melhor, porque nunca é para os outros. A única coisa que conseguimos afetar permanentemente é a nossa própria vida.

Cuide da causa e controle o efeito.


Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 11 de maio de 2011

AMOR PRÓPRIO

Vejo as pessoas se queixando de falta de amos, cobrando dos outros amor, exigindo amor, brigando por amos.
Antes de mais nada temos que entender que:
- ou se mama ou não se ama
- amor é sinônimo de liberdade
- só podemos amar quando aprendemos a nos amar primeiro.
Como já disse outras vezes, tudo começa por nós mesmos.
Se eu me amo, sou cercada de amor.
Se não me amo, não posso querer que o outro faça por mim o que eu mesmo não consigo.
Amor próprio  é quando eu estou em bem-estar, me valorizo, me respeito, me aceito, não espero ou cobro nada do outro, porque eu me dou o que preciso.
O outro passa a ser companheiro no sentido literal da palavra “acompanhante”.
Ter amor-próprio é não se deixar levar pela massa. É ter opinião própria, é assumir quem você é sem medo, vergonha ou preocupação com o que o outro vai pensar ou dizer a seu respeito.
AMOR PRÓPRIO É RESPEITAR E SEGUIR SEU CORAÇÃO!
Por falar nisso, o que você está fazendo por você nesse exato momento?
Se não está fazendo nada, então pare 2 minutos e faça um alongamento, ou uma respiração, ou vá beber um copo de água ou melhor ainda, vá até um espelho, se olhe e diga  “fulana (diga seu nome me voz alta), você é fenomenal!”

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 9 de maio de 2011

UM MUNDO MELHOR

Tenho ouvido muitas queixas das pessoas querendo um Brasil melhor e um mundo melhor.
Isso só pode acontecer quando cada um fizer sua parte, ou seja, quando cada um começar a mudar suas atitudes, sentimentos, pensamentos, ações.
A mudança verdadeira é individual e não de massa. A de massa só é viável quando cada individuo começa a mudar.
É quando pararmos de sentar no banco de ônibus destinado a pessoas deficientes e idosos, é quando pararmos de estacionar o carro debaixo da placa de proibido, é quando paramos de desrespeitar o próximo (como falei dias atrás da minha vivencia no teatro), é quando ficar com troco a mais por erro do caixa fazendo de conta que não percebeu, é quando paramos de achar bonito levar vantagem em tudo, é quando começarmos a colocar em prática não só a cobrança dos nossos direitos, mas principalmente dos nossos deveres...
E você, o que está fazendo para mudar?

Elizabeth Giaretta Rocha

domingo, 8 de maio de 2011

OLHANDO OS OUTROS

Eu gosto muito do Paulo Coelho e espero que este texto te ajude em tua caminhada.



sáb, 07/05/11

por Paulo Coelho |

categoria Todas

Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.

Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele – sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.



Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

sábado, 7 de maio de 2011

FOCO – EXERCÍCIO

       
“É realmente uma questão de desejo, desejo, desejo e desejo apenas desejo. Não tem nada a ver com habilidade, talento, inteligência ou qualquer outra coisa.”
Fred Alan Wolf

 Nosso cérebro se comporta como um macaco pulando de galho em galho. É assim que são nossos pensamentos vai de um para outro sem parar, vagando perdido.
E um dos mecanismo para mudar essa realidade é o FOCO. Mudar e transformar depende de uma mente centrada, FOCADA no que se deseja.
Comece agora a mudar aí mesmo sentada na frente do computador.
O que te custa parar 2 minutinhos?
O que são e minutos na sua vida diária?
Pratique por 2 minutos todos os dias e colha a diferença.
Faça isso por você.
Afinal você não merece uma vida melhor, mais centrada, objetiva, tranqüila, equilibrada, serena?
COMECE AGORA!

- relaxe o corpo
- sinta seus tornozelos, joelhos, quadril, ombros, cotovelos, pulsos e pescoço relaxados
- mantenha sua atenção na sua respiração
- não se prenda aos pensamentos
- não mantenha diálogo interno
- só observe sua respiração
- só isso, nada mais, por 2 minutos.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

PERSISTA


Muitas vezes desistimos dos nossos projetos e objetivos por querermos resultados imediatos.
Tornamo-nos uma sociedade imediatista, querendo respostas para ontem.
Á vida não é assim.
Você mesmo é o que é por anos investindo nos seus medos, tristezas, pensamentos negativistas, depreciativos...
Como quer que tudo mude num piscar de olhos?
Milagres existem? Sim existem.
Eu sou fanzoca de milagres e acredito neles, porque sou resultado dele. Estar escrevendo esse blog é conseqüência de anos de investimento em mudanças. Nada do que eu escrevo aqui é tirado só de livros. Mas resultado por mim vivido e persistido.
Só para você ter uma idéia, eu era uma pessoa que não conseguia escrever um bilhete para as professoras dos meus filhos, tamanho era meu pânico de escrever. E hoje como você sabe, tenho até este blog.
Mas mesmo os milagres precisam de investimento, de dedicação, de desejo, de persistência.
Milagre é o resultado da somatória de pequenos pensamentos e desejos bons de mudança.
Por isso não desista de você mesmo, porque quando você faz isso, está alimentando suas células (relação peptídeos/receptores) com mais emoção negativa, de desanimo, de voltar ao antigo e conhecido funcionamento que te traz prazer momentâneo, mas não duradouro.
O duradouro é só quando você começa a viver no amor, na fé, na auto-estima, no bem-estar.
Persista nos exercícios que já te apresentei até agora.
É claro que você pode não se identificar com todos. Então escolha pelo menos um deles e persista.
Vale a pena.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 5 de maio de 2011

COMPORTAMENTO


Ontem não consegui postar novo texto porque fui a uma apresentação de dança indiana, que por sinal foi fantástico.
Duas coisas me chamaram atenção.
A primeira foi a qualidade do espetáculo por ter sido praticamente feito por um único artista indiano que dançou e cantou, mas explicando todos os significados dos gestos, vestimenta, letras das musicas. Foi uma viajem de conhecimento. E quando entramos em contato com outras culturas despidos de pré-conceito e expectativas, torna-se uma fonte inestimável de conhecimento por enriquecer nossas “escolhas”, para  “quem quero ser” ou que caminho tomar..
Segundo pelo comportamento das pessoas presentes. Imagina-se que as pessoas que vão a um espetáculo como esse esteja com uma visão de vida pelo menos um pouquinho diferenciado. Pura ilusão.
Logo na apresentação pediram para desligar os celulares e não fotografar.
Pasme!
Teve pessoas com celulares tocando e filmando a apresentação. Além dessas pessoas estarem desrespeitando um pedido, ainda incomodavam quem estava atrás com a luz da câmera digital. O teatro escuro e aquele feixe de luz nos olhos.
Tinha um grupo que não parou de falar um só instante durante toda a apresentação.
Duas famílias levaram crianças ao teatro e algumas pessoas começaram a reclamar das crianças porque em um determinado momento elas falaram alto (o que é comum em crianças de poça idade...não tem controle do tom da voz).
E foi aí que me choquei.
Reclamam das crianças com comportamento compatível a idade delas, mas são coniventes com adultos desrespeitosos e afrontosos.
Eu e o grupo que estava comigo ficamos contentes em ver casais introduzindo cultura na educação dos filhos, principalmente porque os pais educadamente controlaram a situação.
Mas, e quanto aos adultos infratores e desrespeitosos?
Como fica essa conivência?
E você, com qual dos grupos se identifica? Com os coniventes mal educados, ou com aqueles que ainda cultivam ética, moral e princípios?
Qual dos dois Brasil você deseja para você e seus descendentes?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 3 de maio de 2011

FOCO - EXERCÍCIO

“É realmente uma questão de desejo, desejo, desejo e apenas desejo. Não tem nada a ver com habilidade , talento, inteligência ou qualquer outra coisa.”
                                                                                                       Fred Alan Wolf

Nosso cérebro se comporta como um macaco pulando de galho em galho. É assim que são nossos pensamentos, vai de um para outro sem parar, vagando perdido.
E um dos mecanismos para mudar essa realidade é o FOCO.
Mudar e transformar depende de uma mente centrada, focada no que se deseja.
Deseje mudar agora, aí mesmo sentada na frente do computador.
O que te custa parar 2 minutinhos?
O que são 2 minutos na sua vida diária?
Pratique por 2 minutos todos os dias e colha a diferença.
Faça isso por você.
Afinal você não merece uma vida mais objetiva, tranqüila, equilibrada, serena?
COMECE AGORA!!!!
- relaxe o corpo
- sinta seus tornozelos, joelhos, quadril, ombros, cotovelos, pulsos e pescoço relaxados
- mantenha sua atenção na sua respiração
- não se prenda aos pensamentos
- não mantenha diálogo interior
- só observe sua respiração
E aí, como foi parar por 2 minutos?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A verdadeira auto-estima

Segundo Ramy Arany
... “estima” deriva do amor, do carinho, do bem-querer e, naturalmente, impulsiona ao cuidado, à nutrição, ao guardar, ao proteger esta estima, este amor, este bem-querer; “auto” nos dá o entendimento do referencial ao “si mesmo”, necessitando, portanto, acontecer de dentro para fora. Desta forma, auto-estima é o amor que manifestamos a nós mesmos e que necessita ser guardado, nutrido, protegido, amado por “nós mesmos ”em relação a“ nós mesmos”....
Mas a maioria de nós não fomos criados para cultivar a auto-estima e sim para seguirmos sem questionar os dites do meio ao qual fazemos parte. E com isso a insatisfação, a tristeza, a infelicidade... mantendo relacionamentos falidos, empregos sem realização e tantas outras coisas que não nos trazem bem-estar.
Mas podemos mudar esta realidade usando o raciocínio, o lobo frontal, buscando dentro de nós as repostas, os  caminhos e fazendo as mudanças necessárias.
 Não vale a pena manter uma vida infeliz, cheia de frustrações e mal-estar.
A vida foi feita para ser vivida com liberdade de escolhas.
E você está cultivando sua auto-estima?
Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

domingo, 1 de maio de 2011

EXERCÍCIO PARA NOS DEIXAR MAIS FORTE

Hoje recebi um e-mail com texto do Paulo Coelho que acho que tem tudo haver com o que venho escrevendo para você.
Vou transcrever na integra.

 qui, 28/04/11
por Paulo Coelho |
categoria Todas
Existe um exercício de meditação que consiste em acrescentar – geralmente durante dez minutos por dia – um motivo para cada uma de nossas ações.
Um exemplo: “eu agora leio o jornal porque quero me  informar. Eu pensei agora em tal pessoa, porque  tal  assunto que li me levou a isto. Eu andei até a porta, porque vou sair  de casa”. E daí por diante.
Buda chama isto de “atenção consciente”. Quando nos vemos repetindo a mais comum das rotinas nos damos conta da riqueza de nossa vida. Compreendemos cada passo, cada atitude. Descobrimos coisas importantes, e pensamentos inúteis.
No final de uma semana – a disciplina é sempre  fundamental – estamos mais conscientes de nossas faltas e distrações. E isto nos deixa mais fortes.



Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sábado, 30 de abril de 2011

ESCOLHAS

Como vimos até agora, somos responsáveis por nossas vidas, por nossas escolhas.
Se lembra do lobo frontal, dos peptídeos-receptores?
Então posso escolher ser ético ou não.
Posso escolher ter moral ou não.
Posso escolher ser íntegro ou não.
Posso escolher usar meu livre-arbítrio ou não.
Posso escolher ser levado pela massa ou não.
Que escolha você está fazendo agora?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O BRASILEIRO?


Ontem quando escrevi sobre a campanha das vagas, fiquei mesmo muito incomodada  com esse assunto, porque para onde me viro vejo desrespeito por parte da população.
Eu ando muito a pé e as vezes de ônibus exatamente para poder melhor sentir as pessoas.
Hoje estou indo para meu consultório e vejo um carro parado em baixo de uma placa de proibido virar à esquerda, querendo virar a esquerda. É claro que  amarrou o transito e os motoristas buzinaram para ele seguir. Essa pessoa não só continuou parado debaixo da placa esperando para fazer a conversão proibida como ainda fez gesto obsceno.
A uns anos atrás fizeram uma campanha para a 3ª idade e menores. E como não bastassem as campanhas ainda fizeram estatutos.
No ônibus vejo adolescentes sentados nos lugares para idosos e especiais com o rosto virado para fora assim não tem que ver aqueles cujo lugar por direito é deles.
Bulling virou moda.
O que está acontecendo? Onde ficou a moral, a ética, os princípios, a educação, o respeito?
Que tipo de pessoas nos tornamos?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ESSA VAGA NÃO É SUA

Hoje vou sair um pouco do tema que venho abordando, porque recebi um e-mail que me chamou a atenção e vejo que tem haver com o que venho escrevendo por se tratar de quem sou eu e de como estou dentro da sociedade brasileira.

O e-mail fala sobre a nova campanha sobre as vagas especiais.

E aí me veio que não temos que fazer campanha sobre vagas especiais, pois a meu ver respeito é respeito e acho absurdo ter que mostrar para as pessoas como respeitar. Respeito se aprende dentro de casa desde que se nasce e os mais velhos além de ensinar devem dar o exemplo.

Quando um povo tem que ter uma campanha para aprender a respeitar isso me preocupa. Que pessoas são essas?

Abaixo transcrevo o e-mail e o site caso você queira assistir ao vídeo.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional



Movimento "Essa vaga não é sua" ganha vídeo
Movimento foi uma iniciativa para chamar a atenção da sociedade para a necessidade de respeito às vagas de estacionamento para pessoas com deficiência
O uso indevido de vagas destinadas a pessoas com deficiência em estacionamentos de estabelecimentos – que resultou no lançamento da campanha "Essa vaga não é sua nem por um minuto" em meados de março deste ano – é o foco do vídeo que a agência TheGetz colocou no ar neste fim de semana nas redes sociais.

Como a principal desculpa para a ocupação de vagas exclusivas para deficientes e idosos é sempre a do pouco tempo de permanência no estabelecimento, o "apenas um minuto", a TheGetz colocou cadeiras de rodas em vagas normais e registrou a reação das pessoas em um estacionamento de Curitiba. O resultado é o vídeo que pode ser visualizado nas páginas da campanha no Facebook, Twitter, Youtube e Vimeo. O filme também pode ser acessado pelo blog do movimento.



O movimento

Concebido para circular nas redes sociais, o movimento "Essa vaga não é sua nem por um minuto" foi uma iniciativa de mobilização da TheGetz para chamar a atenção da sociedade para a necessidade de respeito às vagas de estacionamento para pessoas com deficiência depois de um episódio de desrespeito a uma deficiente em um estacionamento de supermercado em Curitiba. Em pouco mais de um mês, o movimento ganhou mais de mil adeptos no Facebook e se propaga por outras mídias online. O selo do movimento também ganhou pontos fixos na capital paranaense.

Segundo o diretor institucional da TheGetz, o propósito da campanha, além de mobilizar pessoas para esta causa, é provocar ações efetivas por parte dos governantes. "Com o movimento, o que se pretende é ampliar a visibilidade para a necessidade do respeito à figura do deficiente, que em nada se diferencia, em direitos e deveres, das pessoas tidas como normais. Para isso, o apoio das esferas políticas é fundamental para que causas como essas possam ser vistas e ampliadas", completa.

terça-feira, 26 de abril de 2011

VÍCIOS


Ficou assustado com o que leu ontem?
Se identificou de alguma forma?
Agora vem o lado bom de tudo isso
O livre-arbítrio  se localiza no lobo frontal que é a parte do cérebro que nos diferencia de outras espécies animais (se lembra que eu já havia falado nisso?)
É onde fazemos escolhas, onde somos conscientes, responsável pela intenção, firme, pela tomada de decisão, pelo comportamento regular, pela inspiração.
Agora é só treinarmos.
Por exemplo: uma pessoa que está sempre repetindo que não consegue mudar.porque não começa a repetir “eu consigo mudar”?
Se lembra dos peptídeos –receptores?
Porque continuar produzindo peptídeos-receptores para não consigo?
Porque não começar a produzir peptídeos-receptores para “eu consigo”?
Aí você pode dizer: Mas a minha experiência de vida é de não conseguir.
Legal. Agora vamos RACIOCINAR.
Experiência de vida está ligada a passado.
Passado quer dizer “PASSOU”, ficou para traz.
E as perguntas com RACIOCINIO são:
- porque trazer para o agora, para o presente o passado?
- o que você ganha com isso?
- que prazer mórbido é esse?
- que dependência é essa?
- porque o seu “quero mais” tem de ser em cima do ruim?
E é aqui que podemos nos diferenciar.
É quando fazemos escolhas RACIONAIS.

Que escolhas você está fazendo hoje?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 25 de abril de 2011

DEPENDÊNCIAS

 

Vamos agora ver como acontece a dependência ou vicio.
Ser dependente de substâncias químicas ou de emoções é o mesmo mecanismo.
Quando introduzimos alguma substância química no nosso organismo, ela se fixa nos receptores das células por produzirmos peptideos análogos a substância.
As emoções produzem peptideos  ou como chamamos ontem de moleculas de emoções, que se fixam nos receptores das células. Ou seja, para cada peptideo produzido há um receptor correspondente nas celulas.
Com uso repetido da substância ou da emoção, os receptores ficam a espera e mesmo ansiosos por mais dos peptideos seja da substância química ou da emoção.
E é nesse processo de "quero mais" que se instala a dependência.
Por isso, muito cuidado quando julgar ou condenar um drogado, alcoolista, jogador, fumante, obeso...afinal quem não se coloca em situações repetitivas como:
- se relacionar sempre com o mesmo tipo de pessoa
- ter sempre o mesmo tipo de chefe
- se sentir não merecedor
achar que não vai dar certo
- começar uma dieta e a noite voltar a atacar a geladeira
- se sentir sempre vítima...
E como sair dessa?
Só tem um caminho: PELA VONTADE, PELO LIVRE-ARBÍTRIO, PELA ESCOLHA.
Porque a escolha, a vontade, o livre-arbítrio é seu. "Só SEU".
E se você quiser, posso estar ao seu lado nessa nova caminhada te dando suporte. Mas só o suporte porque o andar, o mover só você pode fazer.

E você continua treinando a respiração ou já desistiu?

Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

domingo, 24 de abril de 2011

CEREBRO 2ª continuação



Isso tudo que expliquei ontem sobre o cérebro foi para poder dar continuidade no que acontece conosco quando vivenciamos um sentimento.
Quando estamos diante de uma situação, primeiro ocorre o reconhecimento desse estimulo e em seguida a localização de um significado para ele (tudo dentro do cérebro, é claro) ou a interpretação dele. Em seguida é enviado instrução ao hipotálamo para que injete neuropeptídios na corrente sangüínea,  e pronto, aparece a sensação acompanhada de sentimento.
E quando se manifesta o sentimento que vem o X da questão.
Se esse sentimento aparece carregado de significados e de vivencias anteriores é quando ficamos aprisionados neles. É o caso das crenças, dos preconceitos, dos tabus, de modelos arraigados  onde entramos em padrão de estimilo-resposta repetidamente sem sair dele. O mesmo acontece em relação aos sentimentos ocultos, enterrados e/ou reprimidos.
O lado bom desse mecanismo moléculas de emoções ligadas a sentimentos é que nos ajudam na sobrevivência, dando nos respostas imediatas quando estamos em alguma situação de perigo.
Viver a vida com sentimentos que podem se transformar em emoções nos dá uma experiência única. Sem amar, temer, odiar...seria muito chato.
Mas não ter controle sobre esses sentimentos que é o problema.
E aí volto aquela questão de viver a vida no piloto-automático ou ser o piloto raciocinando.
E a partir desse funcionamento que vou basear todo meu trabalho junto com você.
E se você quiser me acompanhar nessa jornada para que a cada dia ser o seu próprio piloto , será muito bem vindo.
 E por falar nisso, está praticando a respiração baixa?
Voltamos a nos falar amanhã

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sábado, 23 de abril de 2011

CEREBRO continuação


Na década de 70, a doutora Candace Pert ao receber doses de morfina,  se perguntou como as drogas produziam os efeitos que ela estava vivenciando. (se lembra que eu venho falando em RACIOCÍNIO – foi o que ela fez, saiu do mundo  dos pensamentos e entrou no raciocínio). Usando os conhecimentos que já tinha a respeito de receptores em torno da parede celular externa, onde compostos químicos se fixavam, ela descobriu os receptores opióides que revestem a parede celular..
A partir desta descoberta uma equipe escocesa descobriu que o cérebro produz neuropeptideos chamados “endorfinas”. E vieram mais pesquisas ( pesquisa significa que pessoas não ficaram presas a dogmas, crendices, velhos pensamentos, mas ousaram QUESTIONAR      e questionamento é RACIOCINAR) onde os cientistas passaram a ter uma visão nova  dos receptores e peptídeos, ou seja os sentimentos produzem um composto químico ou uma coleção de compostos químicos específicos. Resumidamente vou transcrever um trecho do livro QUEM SOMOS NÓS: “...o hipotálamo é como uma pequena fabrica de compostos química que correspondem a determinadas emoções que experimentamos. Isso significa que cada emoção tem um composto químico associado, e é a absorção dele pelas células em nossos corpos que dá origem ao sentimento daquela emoção...”
Essas moléculas de emoções correspondem às emoções e fazem o transporte químico pelo corpo do prazer, da dor, da memória, das emoções, dos sentimentos, das reações.
Agora, voce quer saber como sair do piloto automático e se tornar o piloto?
Amanhã eu conto.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 22 de abril de 2011

CEREBRO


Hoje vamos falar um pouquinho sobre o funcionamento do cérebro.
Existem vários fatores que nos diferenciam dos demais animas, mas em se tratando de cérebro a grande diferença está em termos desenvolvido o lobo frontal. Ele nos dá a capacidade de concentração, tomada de decisão e manter a intenção firme. Ele nos permite coletar informações do meio externo e de nossas memórias, processá-las e tomar decisões ou escolhas diferentes das que fizemos no passado.
Existem escolhas automáticas, presas a condicionamentos, aprendizagens e até mesmo a crenças..
Mas existem escolhas conscientes que são aquelas que fazemos a partir do raciocínio, quando fazemos perguntas.
Na  primeira, as redes neurais fazem as escolhas, nos deixamos ser levados pelo piloto automático.
Na segunda usamos o raciocínio, deixando que a consciência se mova pelo cérebro examinando as possibilidades, desligando o piloto automático e passando a ser o piloto, permitindo que a consciência tenha domínio sobre tudo.

E você, costuma ser levado pelo seu piloto automático ou você é o piloto?

Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 21 de abril de 2011

RESPIRAÇÃO

Se lembra de que eu falei que a respiração é uma das maneiras de lidar com a raiva?
Então vamos lá. Vamos falar um pouco sobre a respiração.
Antes de mais nada você tem que se lembrar sempre que “respirar é viver”.
A primeira coisa que fazemos ao nascer é respirar e a última coisa que fazemos na vida é o famoso ultimo suspiro. Conseguimos sobreviver até um mês sem comer, uma semana sem tomar líquido, mas não passamos de 2 minutos sem respirar.
Entendeu agora porque respirar é viver?
Ao respirar levamos oxigênio através do ar até os pulmões onde é distribuído pelo sangue alimentando, desintoxicando e vitalizando todo o corpo. Retarda o envelhecimento, ativa a memória, acalma, atua nos caos de insônia, ajuda no controle dos sentimentos inclusive do medo, induzindo a um estado de relaxamento físico e mental.
Alista de benefícios é realmente grande como são vários os tipos de respiração.
A que mais uso comigo mesma e com meus paciente é a do baixo ventre também chamada de respiração calmante. Vou descrevê-la e espero que você comece a usá-la para vivenciar os resultados maravilhosos.
- relaxe o corpo
- espire
- inspire, pelo nariz, levando o ar diretamente para a parte baixa do ventre, sem mexer a região peitoral; encha-o como se estivesse enchendo um balão de ar
- e espire lentamente pela boca esvaziando o ventre
- repita quantas vezes quiser.

Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional