Bem vindo ao ESTILO DE VIDA BEM VIVER

A chamada vida moderna alcançou altos graus, de desenvolvimento científico e tecnológico, proporcionando um salto na qualidade de vida material com conforto e facilidades, como nunca antes visto na história da humanidade. No entanto, não só continuamos os mesmo em relação aos sentimentos como ainda perdemos o pouco que tínhamos nas relações humanas.
Com o Orkut, Facebook, ipod, Reality Show e propagandas que estimulam o consumo desenfreado nos fazem cada vez mais olharmos somente para o exterior, esquecendo de entrar em contato conosco mesmo, deixando de lado a importância do silêncio, do autoconhecimento e do verdadeiro amor

Como conseqüência de tudo isso, temos o surgimento das doenças da vida moderna, como a ansiedade, o estresse, a síndrome do pânico, a depressão e outras. Estas doenças nos tiram o prazer de viver, além de prejudicar nossas relações afetivas, profissionais e familiares, proporcionando uma queda extremamente bruta na nossa qualidade de vida.

Por isso, esse blog foi criado com a intenção de levar até você informações que possam te ajudar a resgatar, aumentar e principalmente, a manter sua qualidade de vida.

Aqui você vai encontrar artigos sobre os mais variados temas, dicas simples e práticas para serem colocadas em ação no seu dia a dia, além de dicas de livros, filmes, bate-papo e muito mais.

Venha e deixe-se inspirar!

sábado, 21 de maio de 2011

VOCÊ SABIA?

“Não existe o bom ou o mal, é o pensamento que os faz assim.” William Shakespeare

O cérebro é formado por células chamadas de neurônios (10 a 200 bilhões de neurônios).
Pesa 1,3 a 1,5 quilograma (2% do peso total de um ser humano).
Se alimenta de glicose e oxigênio.
Consome de 20% a 25% de toda energia humana.
O neurônio é formado por um corpo celular e por prolongamentos que se chamam axônio (revestido de mielina) quando emitem informações e de dendritos quando recebem as informações dos axônios.
Essa transferência de informações é feita através de substâncias químicas chamadas de neurotransmissores.
A aproximação dos axônios com os dendritos chama-se sinapse (de
1 000 a 20 000 por neurônio).
Estudos com neuroimagem funcional, método que fotografa o fluxo sanguíneo na cérebro, feitos na Universidade de Amsterdã, comprovaram que há efeitos permanentes no sistema de aprendizagem, na memória e no processo de emoções de pessoas que passaram por processo terapêutico.
Estudo provaram a neuroplasticidade do cérebro, isto é, a capacidade de neurônios se conectarem a outros neurônios, mudando e reorganizando as redes neurais, com isso sendo possível  mudar hábitos e ganhar liberdade.

Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 20 de maio de 2011

AFINAL, QUEM SOU EU?

Uma vez um terapeuta nos descreveu como uma arte final, e se diga de passagem muito mal terminada, de um trabalho de colagem.
A imagem que fiz, foi de um painel, que era moda na época, de pedaços de revistas ou fotos ou imagens coladas na parede como decoração.
Mas se formos analisar bem realisticamente, é isso que somos.
Quando projetamos em cima do outro estamos fazendo uma colagem.
Desde que nascemos, ou melhor, desde que descobrem que estamos sendo gerados, já começam as projeções dos pais, dos avos, dos tios, e quando nascemos, da sociedade que estamos inseridos, da religião que a família faz parte, da escola e assim por diante.
E debaixo de tanta projeção, fica a pergunta: MAS QUEM SOU EU?
E como consequência de não saber exatamente quem é, ou pior sabe mas tem medo de assumir por medo de não ser aceito pelo grupo, por não corresponder as expectativas projetadas, começa a somatizar.
Ontem quando falei em qualidades e dificuldades foi para começar a saber: AFINAL, QUEM VOCÊ REALMENTE É!
E quando tenho clareza em quem eu sou, finalmente SOU LIVRE verdadeiramente!

Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 19 de maio de 2011

QUALIDADES - Exercício

Depois de falar tanto em criticas vamos hoje ver o nosso lado bom que são as nossas qualidades.
Sim, nossas qualidades!
Elas são as ferramentas que temos para trabalhar esse lado com dificuldades.
Veja, eu disse dificuldades e não lado negativo ou defeitos.
Não gosto dessas palavras. Para mim o que as pessoas chamam de lado negativo ou defeitos eu chamo de nosso lado com dificuldades, porque aqui eu posso trabalhar e mudar.
E as qualidades são perfeitas para nos ajudar nisso.
E qualidade não é, por exemplo: " eu sou prestativa".
Prestativa para mim não é qualidade porque, principalmente para nós mulheres somos induzidas a sermos "boa menina". A sociedade nos induz e cobra a"boa menina".
Ser prestativa só é qualidade quando uso para mim mesma.
O exercício é o seguinte:
- enumere 5 qualidades  suas
- veja se está usando-as para você mesma.
Exemplo:
- eu sou amiga - você está sendo sua amiga?
- eu sou sincera - você está sendo sincera com você mesma?
Porque isso? Porque só depois que usar essas qualidades com você mesma que pode usar para o outro.
Você só vai saber o que é realmente amar depois que aprender a se amar, a se respeitar, a se valorizar, a ser honesta com você mesma...
Lembre-se: "ame o próximo como a si mesmo"

Por um mundo melhor COMEÇANDO POR MIM!
Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CRITICAR

“Antes de criticar os defeitos dos outros, enumere ao menos 10 defeitos seus.”  Abraham Lincoln

Você já percebeu o quanto somos especialistas em criticar? E como não bastasse criticar ainda julgamos e condenamos.
Nossa, que horror!!!!
Sabe o porque disso?
Porque enquanto estamos  criticando o outro não estamos olhando para nós mesmos.
Muitas vezes o que criticamos é aquilo que vemos em nós mas não queremos aceitar e então projetamos no outro. É mais fácil!
Que dureza!!!!
Então, que tal começarmos AGORA a mudar isso?

Enumere 1, só 1, coisa que você normalmente critica nos outros e veja o que tem haver com você.
Em seguida, pergunte-se: Porque ajo (ou penso ou sinto) assim? O que ganho continuando assim? O que posso mudar?


Por um mundo melhor, começando por mim!!
Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

EQUILÍBRIO

Estar equilibrado é quando estou usando o raciocínio e não o pensamento.
É quando estou em ansiedade, angustia, é quando o medo toma conta e perco o controle da vida.
Em conseqüência desenvolvo sintomas como depressão, sindrome do pânico, gastrite, prisão de ventre, taquicardia e tantos outros.
E a pergunta é: "vale a pena passar uma vida em desequilíbrio só por medo de raciocinar e de mudar?"
No texto de ontem faltou colocar que o medo de mudar é também o medo de quebrar padrão.
E para se ter equilíbrio tem que quebrar padrão, tem que romper com paradigmas.
Que tal começar agora?
Simplesmente começando por se levantar e se esticar. Viu? Algo tão simples mas já foi uma quebra se você teve coragem de se levantar agora e se espreguiçar. Isso porque seu padrão é de ficar em frente do computador só lendo e de se levantar só quando acabar de fazer o que queria nele.
E toda mudança verdadeira se dá em pequeninos passos.

PARABÉNS SE VOCÊ COMEÇOU.
Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 17 de maio de 2011

“BUSQUE O AMOR” Cacima

Desde que nascemos estamos sempre buscando alguma coisa.
A primeira busca foi por ar ao nascermos e até o último suspiro continuamos buscando.
Buscamos dinheiro, sucesso, trabalho, casamento, filhos, felicidade, amor...
Parece que a ocupação humana é a busca incessante por alguma coisa..
E mesmo quando conseguimos o item tão desejado, já partimos para outro, muitas vezes sem dar tempo de desfrutar do objeto conquistado, quando nem nos damos conta de já ter o que desejamos.
Essa busca desenfreada é por termos montado a vida na matéria.
Quando direcionamos a vida no amor, nas relações amorosas, na religiosidade, o vazio acaba e essa busca também.
O material passa a vir como conseqüência natural e a vida se torna muito mais agradável.
E você já se deu conta se está nessa busca desenfreada também?
E o que vai fazer para mudar isso?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 16 de maio de 2011

CULPA

Você já parou para racionalizar o que é na verdade culpa?
Eu já
E sabe a que conclusão cheguei?
Que ela não existe. É mais uma invenção humana para dominar o outro e se eximir da RESPONSABILIDADE.
É sim! Porque na verdade o que existe mesmo é a RESPONSABILIDADE.
Eu sou responsável por tudo que sinto, penso, falo e ajo, como você é responsável por tudo que sente, pensa, fala e age.
Na culpa ficamos presos porque ela é pesada e difícil de sair. Além do que 90% das vezes foi o outro que nos impigiu (para não ter que assumir a parte dele de responsabilidade) e nós assumimos.
Ao passo que quando assumo a "minha parcela de responsabilidade", como ela é minha, da mesma forma que eu a criei posso desfazer, mudar, resolver...
Em todas as situações conflitantes nenhuma das partes é 100% responsáveis. Cada envolvido tem sua parcela. E cada um deve assumir sua parte, assim pode-se mudar, melhor, resolver a dificuldade e com isso não ser mais necessário passar pelo mesmo problema.

Que tal riscar do seu vocabulário a palavra culpa e começar assumir a responsabilidade?

Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

domingo, 15 de maio de 2011

“SÓ NÓS ESTRAGAMOS...MAS SÓ NÓS CONCERTAMOS” Cacima

Quanto vale alimentarmos uma discussão acalorada para provar que estamos certo, ou  minha opinião é melhor que a do outro?
Vale uma amizade, uma relação amorosa, um emprego...?
Quantas vezes colocamos em xeque essas relações por querermos disputar quem é o melhor ou quem sabe mais.
Somos campeões em discussão.
Disputamos tudo.
Somos especialistas em disputas.
Tudo é motivo de disputa que sempre gera discussão, brigas, mal-entendidos...
O que se ganha com esse tipo de comportamento?
Que tal a partir de agora sermos especialistas em amor em amizade em companheirismo?
E quando alguém começar a impor uma opinião diga simplesmente: essa é sua opinião? Legal...Mas é assim que penso...E coloque um ponto final, não permitindo que se estenda o assunto.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sábado, 14 de maio de 2011

ESGOTAMENTO


Sabe porque estamos sempre nos sentindo esgotados, cansados, desanimados, exaustos?
Porque perdemos energia pelo excesso de pensamentos.
Se lembra que eu já falei sobre a diferença entre pensamento e raciocínio?
Pois é! Cacima, um ser maravilhoso, ontem estava falando sobre isso, como perdemos energia pensando sobre o ontem e projetando sobre o amanhã.
Temos que viver o agora. Como estou agora, o que estou sentindo agora, o que posso fazer agora, em quem posso dar um abraço agora, em quem posso dar um beijo agora, para quem posso dizer “te amo” agora, como posso mudar agora.
Não é pensando repetidamente nos problemas que vamos solucioná-los, mas raciocinando na solução. E só quando paramos de pensar neles que encontramos a solução.
Pare de analisar o que já aconteceu e passe a raciocinar a solução.
Se lembra do quanto já falei sobre respirar?
Então, que tal parar AGORA 2 minutinhos fazer 3 ou 4 ou quantas respirações quiser, relaxando o corpo, e depois raciocinar um único problema que te incomoda (sempre um por vez).
Use sempre perguntas como: porque isso me aconteceu? O que ganho continuando a pensar? Porque não mudo o modo de sentir, agir e passo a raciocinar?
É com questionamentos que raciocinamos.
Veja como é diferente dizer: fulano brigou comigo, para, porque fulano brigou comigo?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 13 de maio de 2011

MEDO DA MUDANÇA

Ary Alonso é um Coach empresarial que escreve fantasticamente. Eu pelo menos adoro seus textos. E hoje recebi um falando sobre o medo de mudança, que da continuidade ao que venho escrevendo nesses 15 dias. Como ele é da área empresarial, muitas vezes seus escritos estão voltado a essa área. Mas na verdade pode ser estendida a todas as áreas da vida como o medo de mudança. Já reparou como tememos mudar de parceiro, de residência, de emprego, de idéias, de conceitos e pré-conceitos, de tabus e principalmente de mudar pensamento para raciocínio?
Transcrevo na integra o texto dele.



Medo da mudança
Por Ary Alonso (Coach espiritual/cabalista)

A coisa que o ser humano menos gosta é de mudar. Qualquer tipo de mudança deixa a pessoa de cabelo em pé. Quase ninguém gosta de mudanças na vida, a não ser os empreendedores que saem por aí criando coisas novas e desbravando mercados quase que inexistentes.

Quando acontece uma mudança de lugar ou de mesa, o funcionário entra em desespero – parece que preferia ser mandado embora a mudar de andar ou de setor. Uma das maiores dificuldades nas empresas modernas é a avaliação. Gostamos de mudar de casa, de apartamento ou de namorada, mas de atitude ou comportamento, especialmente se por uma crítica do chefe, ninguém quer.

A explicação é simples: a natureza, ou programação, da nossa consciência física, a inteligência racional e lógica, só sabe pensar no imediato: “O que é que eu ganho com isso agora?” Ora, no momento em que estou sendo avaliado, como posso ganhar alguma coisa? Não sendo elogio, é fria.

Temos dificuldade em pensar nas consequências, não enxergamos que a mudança é o propósito da vida. Não existe outra forma de crescer, amadurecer ou evoluir.

Profissionalmente, pensamos que o nosso trabalho é para o patrão, e isso é só uma visão míope das coisas. Estamos construindo a nossa vida; se ela foi feita de vadiagem ou enganação, é nossa.

Conta-se uma história de um mestre de obras que, depois de trabalhar muitos anos numa empresa, estava cansado e queria se aposentar.

Acontece que era um funcionário exemplar, que construía casas populares com perfeição de acabamento e estrutura. A empresa não queria perder tão boa mão de obra. Depois de insistir muito, o patrão concordou e lhe pediu apenas que construísse uma última casa. Mesmo querendo parar imediatamente, acabou por ceder ao pedido de fazer mais uma. A impaciência tomou conta do dia a dia da sua vida, o que acabou refletindo no seu trabalho, com uma casa de estrutura fraca, paredes tortas e instalações malfeitas. Até que um dia a casa ficou pronta. Foi entregar a chave ao patrão, que já estava com o cheque pronto da aposentadoria e devolveu-lhe a chave, dizendo: “Muito obrigado pelo seu trabalho esses anos todos. Essa casa é pra você”.

Fazer um trabalho mais ou menos só quer dizer que aquele pedaço da sua vida será mais ou menos.

Faça sempre o melhor, porque nunca é para os outros. A única coisa que conseguimos afetar permanentemente é a nossa própria vida.

Cuide da causa e controle o efeito.


Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 11 de maio de 2011

AMOR PRÓPRIO

Vejo as pessoas se queixando de falta de amos, cobrando dos outros amor, exigindo amor, brigando por amos.
Antes de mais nada temos que entender que:
- ou se mama ou não se ama
- amor é sinônimo de liberdade
- só podemos amar quando aprendemos a nos amar primeiro.
Como já disse outras vezes, tudo começa por nós mesmos.
Se eu me amo, sou cercada de amor.
Se não me amo, não posso querer que o outro faça por mim o que eu mesmo não consigo.
Amor próprio  é quando eu estou em bem-estar, me valorizo, me respeito, me aceito, não espero ou cobro nada do outro, porque eu me dou o que preciso.
O outro passa a ser companheiro no sentido literal da palavra “acompanhante”.
Ter amor-próprio é não se deixar levar pela massa. É ter opinião própria, é assumir quem você é sem medo, vergonha ou preocupação com o que o outro vai pensar ou dizer a seu respeito.
AMOR PRÓPRIO É RESPEITAR E SEGUIR SEU CORAÇÃO!
Por falar nisso, o que você está fazendo por você nesse exato momento?
Se não está fazendo nada, então pare 2 minutos e faça um alongamento, ou uma respiração, ou vá beber um copo de água ou melhor ainda, vá até um espelho, se olhe e diga  “fulana (diga seu nome me voz alta), você é fenomenal!”

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 9 de maio de 2011

UM MUNDO MELHOR

Tenho ouvido muitas queixas das pessoas querendo um Brasil melhor e um mundo melhor.
Isso só pode acontecer quando cada um fizer sua parte, ou seja, quando cada um começar a mudar suas atitudes, sentimentos, pensamentos, ações.
A mudança verdadeira é individual e não de massa. A de massa só é viável quando cada individuo começa a mudar.
É quando pararmos de sentar no banco de ônibus destinado a pessoas deficientes e idosos, é quando pararmos de estacionar o carro debaixo da placa de proibido, é quando paramos de desrespeitar o próximo (como falei dias atrás da minha vivencia no teatro), é quando ficar com troco a mais por erro do caixa fazendo de conta que não percebeu, é quando paramos de achar bonito levar vantagem em tudo, é quando começarmos a colocar em prática não só a cobrança dos nossos direitos, mas principalmente dos nossos deveres...
E você, o que está fazendo para mudar?

Elizabeth Giaretta Rocha

domingo, 8 de maio de 2011

OLHANDO OS OUTROS

Eu gosto muito do Paulo Coelho e espero que este texto te ajude em tua caminhada.



sáb, 07/05/11

por Paulo Coelho |

categoria Todas

Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.

Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele – sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.



Elizabeth Giaretta Rocha - Terapeuta Ocupacional

sábado, 7 de maio de 2011

FOCO – EXERCÍCIO

       
“É realmente uma questão de desejo, desejo, desejo e desejo apenas desejo. Não tem nada a ver com habilidade, talento, inteligência ou qualquer outra coisa.”
Fred Alan Wolf

 Nosso cérebro se comporta como um macaco pulando de galho em galho. É assim que são nossos pensamentos vai de um para outro sem parar, vagando perdido.
E um dos mecanismo para mudar essa realidade é o FOCO. Mudar e transformar depende de uma mente centrada, FOCADA no que se deseja.
Comece agora a mudar aí mesmo sentada na frente do computador.
O que te custa parar 2 minutinhos?
O que são e minutos na sua vida diária?
Pratique por 2 minutos todos os dias e colha a diferença.
Faça isso por você.
Afinal você não merece uma vida melhor, mais centrada, objetiva, tranqüila, equilibrada, serena?
COMECE AGORA!

- relaxe o corpo
- sinta seus tornozelos, joelhos, quadril, ombros, cotovelos, pulsos e pescoço relaxados
- mantenha sua atenção na sua respiração
- não se prenda aos pensamentos
- não mantenha diálogo interno
- só observe sua respiração
- só isso, nada mais, por 2 minutos.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

PERSISTA


Muitas vezes desistimos dos nossos projetos e objetivos por querermos resultados imediatos.
Tornamo-nos uma sociedade imediatista, querendo respostas para ontem.
Á vida não é assim.
Você mesmo é o que é por anos investindo nos seus medos, tristezas, pensamentos negativistas, depreciativos...
Como quer que tudo mude num piscar de olhos?
Milagres existem? Sim existem.
Eu sou fanzoca de milagres e acredito neles, porque sou resultado dele. Estar escrevendo esse blog é conseqüência de anos de investimento em mudanças. Nada do que eu escrevo aqui é tirado só de livros. Mas resultado por mim vivido e persistido.
Só para você ter uma idéia, eu era uma pessoa que não conseguia escrever um bilhete para as professoras dos meus filhos, tamanho era meu pânico de escrever. E hoje como você sabe, tenho até este blog.
Mas mesmo os milagres precisam de investimento, de dedicação, de desejo, de persistência.
Milagre é o resultado da somatória de pequenos pensamentos e desejos bons de mudança.
Por isso não desista de você mesmo, porque quando você faz isso, está alimentando suas células (relação peptídeos/receptores) com mais emoção negativa, de desanimo, de voltar ao antigo e conhecido funcionamento que te traz prazer momentâneo, mas não duradouro.
O duradouro é só quando você começa a viver no amor, na fé, na auto-estima, no bem-estar.
Persista nos exercícios que já te apresentei até agora.
É claro que você pode não se identificar com todos. Então escolha pelo menos um deles e persista.
Vale a pena.

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 5 de maio de 2011

COMPORTAMENTO


Ontem não consegui postar novo texto porque fui a uma apresentação de dança indiana, que por sinal foi fantástico.
Duas coisas me chamaram atenção.
A primeira foi a qualidade do espetáculo por ter sido praticamente feito por um único artista indiano que dançou e cantou, mas explicando todos os significados dos gestos, vestimenta, letras das musicas. Foi uma viajem de conhecimento. E quando entramos em contato com outras culturas despidos de pré-conceito e expectativas, torna-se uma fonte inestimável de conhecimento por enriquecer nossas “escolhas”, para  “quem quero ser” ou que caminho tomar..
Segundo pelo comportamento das pessoas presentes. Imagina-se que as pessoas que vão a um espetáculo como esse esteja com uma visão de vida pelo menos um pouquinho diferenciado. Pura ilusão.
Logo na apresentação pediram para desligar os celulares e não fotografar.
Pasme!
Teve pessoas com celulares tocando e filmando a apresentação. Além dessas pessoas estarem desrespeitando um pedido, ainda incomodavam quem estava atrás com a luz da câmera digital. O teatro escuro e aquele feixe de luz nos olhos.
Tinha um grupo que não parou de falar um só instante durante toda a apresentação.
Duas famílias levaram crianças ao teatro e algumas pessoas começaram a reclamar das crianças porque em um determinado momento elas falaram alto (o que é comum em crianças de poça idade...não tem controle do tom da voz).
E foi aí que me choquei.
Reclamam das crianças com comportamento compatível a idade delas, mas são coniventes com adultos desrespeitosos e afrontosos.
Eu e o grupo que estava comigo ficamos contentes em ver casais introduzindo cultura na educação dos filhos, principalmente porque os pais educadamente controlaram a situação.
Mas, e quanto aos adultos infratores e desrespeitosos?
Como fica essa conivência?
E você, com qual dos grupos se identifica? Com os coniventes mal educados, ou com aqueles que ainda cultivam ética, moral e princípios?
Qual dos dois Brasil você deseja para você e seus descendentes?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 3 de maio de 2011

FOCO - EXERCÍCIO

“É realmente uma questão de desejo, desejo, desejo e apenas desejo. Não tem nada a ver com habilidade , talento, inteligência ou qualquer outra coisa.”
                                                                                                       Fred Alan Wolf

Nosso cérebro se comporta como um macaco pulando de galho em galho. É assim que são nossos pensamentos, vai de um para outro sem parar, vagando perdido.
E um dos mecanismos para mudar essa realidade é o FOCO.
Mudar e transformar depende de uma mente centrada, focada no que se deseja.
Deseje mudar agora, aí mesmo sentada na frente do computador.
O que te custa parar 2 minutinhos?
O que são 2 minutos na sua vida diária?
Pratique por 2 minutos todos os dias e colha a diferença.
Faça isso por você.
Afinal você não merece uma vida mais objetiva, tranqüila, equilibrada, serena?
COMECE AGORA!!!!
- relaxe o corpo
- sinta seus tornozelos, joelhos, quadril, ombros, cotovelos, pulsos e pescoço relaxados
- mantenha sua atenção na sua respiração
- não se prenda aos pensamentos
- não mantenha diálogo interior
- só observe sua respiração
E aí, como foi parar por 2 minutos?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A verdadeira auto-estima

Segundo Ramy Arany
... “estima” deriva do amor, do carinho, do bem-querer e, naturalmente, impulsiona ao cuidado, à nutrição, ao guardar, ao proteger esta estima, este amor, este bem-querer; “auto” nos dá o entendimento do referencial ao “si mesmo”, necessitando, portanto, acontecer de dentro para fora. Desta forma, auto-estima é o amor que manifestamos a nós mesmos e que necessita ser guardado, nutrido, protegido, amado por “nós mesmos ”em relação a“ nós mesmos”....
Mas a maioria de nós não fomos criados para cultivar a auto-estima e sim para seguirmos sem questionar os dites do meio ao qual fazemos parte. E com isso a insatisfação, a tristeza, a infelicidade... mantendo relacionamentos falidos, empregos sem realização e tantas outras coisas que não nos trazem bem-estar.
Mas podemos mudar esta realidade usando o raciocínio, o lobo frontal, buscando dentro de nós as repostas, os  caminhos e fazendo as mudanças necessárias.
 Não vale a pena manter uma vida infeliz, cheia de frustrações e mal-estar.
A vida foi feita para ser vivida com liberdade de escolhas.
E você está cultivando sua auto-estima?
Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

domingo, 1 de maio de 2011

EXERCÍCIO PARA NOS DEIXAR MAIS FORTE

Hoje recebi um e-mail com texto do Paulo Coelho que acho que tem tudo haver com o que venho escrevendo para você.
Vou transcrever na integra.

 qui, 28/04/11
por Paulo Coelho |
categoria Todas
Existe um exercício de meditação que consiste em acrescentar – geralmente durante dez minutos por dia – um motivo para cada uma de nossas ações.
Um exemplo: “eu agora leio o jornal porque quero me  informar. Eu pensei agora em tal pessoa, porque  tal  assunto que li me levou a isto. Eu andei até a porta, porque vou sair  de casa”. E daí por diante.
Buda chama isto de “atenção consciente”. Quando nos vemos repetindo a mais comum das rotinas nos damos conta da riqueza de nossa vida. Compreendemos cada passo, cada atitude. Descobrimos coisas importantes, e pensamentos inúteis.
No final de uma semana – a disciplina é sempre  fundamental – estamos mais conscientes de nossas faltas e distrações. E isto nos deixa mais fortes.



Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional

sábado, 30 de abril de 2011

ESCOLHAS

Como vimos até agora, somos responsáveis por nossas vidas, por nossas escolhas.
Se lembra do lobo frontal, dos peptídeos-receptores?
Então posso escolher ser ético ou não.
Posso escolher ter moral ou não.
Posso escolher ser íntegro ou não.
Posso escolher usar meu livre-arbítrio ou não.
Posso escolher ser levado pela massa ou não.
Que escolha você está fazendo agora?

Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta Ocupacional