Bem vindo ao ESTILO DE VIDA BEM VIVER

A chamada vida moderna alcançou altos graus, de desenvolvimento científico e tecnológico, proporcionando um salto na qualidade de vida material com conforto e facilidades, como nunca antes visto na história da humanidade. No entanto, não só continuamos os mesmo em relação aos sentimentos como ainda perdemos o pouco que tínhamos nas relações humanas.
Com o Orkut, Facebook, ipod, Reality Show e propagandas que estimulam o consumo desenfreado nos fazem cada vez mais olharmos somente para o exterior, esquecendo de entrar em contato conosco mesmo, deixando de lado a importância do silêncio, do autoconhecimento e do verdadeiro amor

Como conseqüência de tudo isso, temos o surgimento das doenças da vida moderna, como a ansiedade, o estresse, a síndrome do pânico, a depressão e outras. Estas doenças nos tiram o prazer de viver, além de prejudicar nossas relações afetivas, profissionais e familiares, proporcionando uma queda extremamente bruta na nossa qualidade de vida.

Por isso, esse blog foi criado com a intenção de levar até você informações que possam te ajudar a resgatar, aumentar e principalmente, a manter sua qualidade de vida.

Aqui você vai encontrar artigos sobre os mais variados temas, dicas simples e práticas para serem colocadas em ação no seu dia a dia, além de dicas de livros, filmes, bate-papo e muito mais.

Venha e deixe-se inspirar!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Epíteto e o controle

por Paulo Coelho
“De todas as coisas que existem, algumas estão ao nosso alcance, e outras não. Estão ao nosso alcance: o pensamento, os impulsos, o querer e o não querer – em uma palavra, tudo aquilo cujo resultado são nossas próprias ações”.
“Mas existem coisas que surgem sem que possamos interferir, nos surpreendem, e neste caso, é preciso saber olhar com sabedoria o que se passa. O que perturba o espírito do homem não são os fatos, mas o julgamento que fazemos a respeito dos mesmos”.
“Não peça que tudo na vida siga o caminho de sua vontade. Reze para que as coisas aconteçam como elas precisam acontecer – e verá que tudo é muito melhor do que estava esperando”.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PIMENTÃO e PÁPRICA - TEMPEROS E ERVAS 7

PIMENTÃO
Originário do México e norte da América do Sul, é considerado um fruto pelo seu paladar adocicado e suas sementes e possui em torno de 2.000 espécies.
Muito apreciado na culinária, mas apresenta propriedades medicinais.
Na culinária é usado desde cru em saladas até cozido, assado ou refogado em pratos a base de carnes, peixes, legumes ou cereais.
O pimentão apresenta varias vitaminas como a C e A, e minerais como Cálcio, Fósforo, Ferro...e pouquíssimas calorias.
É um excelente antioxidante, protege as células,  limpa o estomago, combate germes presentes em intestinos, fortalece pele, unhas e cabelo, desinfeta a mucosa bucal.
PÁPRICA
É o pimentão vermelho seco e moído.
Existem dois tipos a Doce que é o pimentão vermelho seco e moído e a Picante onde é acrescentado algum tipo de pimenta seca e moída e/ou pimenta do reino.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

REFLEXÃO

por Paulo Coelho |
 De Marianne Williamson (A Return to Love):
Nosso maior medo não é o de sermos incapazes.
Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos
É nossa luz, e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa?
Na verdade, por que não?
Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo, ou os nossos filhos.
Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la.
Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Se você ama, por que não diz?

O artigo abaixo do Bruno Astuto descreve bem como a maioria de nós  costuma se comportar em relação ao outro, principalmente a quem se ama.”
"Tenho uma amiga que se orgulhava de, em 23 anos de casamento, nunca ter dito “eu te amo” para o marido. Batia no peito como uma vencedora, como o lado vitorioso de um eterno jogo de sedução, em que apenas uma parte cede, e outra capitula. Sua estratégia, garante, deixou-o sempre apaixonado, “no cabresto”. Quando ela o conheceu, disse-me, ele não era o homem sensível que se tornou ao longo de duas décadas, mas um rapaz agitado, que não parava com ninguém. “Eu nunca telefonei para ele para nada”, festejava. “E ele sempre me ligou”.
No fim do ano passado, uma tragédia abateu-se sobre esse casal. O marido teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. Minha amiga não teve tempo de se despedir, nem mesmo de tentar salvá-lo — foi um enfarto de uma rara violência. O golpe lhe foi fatal; ela o adorava, mas não a ponto de lhe contar que o amava. “Disse por gestos, que, no começo, nunca eram suficientes. Com o tempo, ele passou a entender que não fazia parte da minha natureza dizer isso”.
Numa conversa recente, pedi à viúva que me deixasse publicar seu relato. Ela concordou, porque achava importante dividir com as pessoas a maior dúvida que lhe restou dessa terrível experiência: será que é realmente necessário economizar belas palavras? Quando será que dizê-las não demonstra fraqueza e vulnerabilidade? Por que somos tão pródigos com críticas e reprimendas e tão lacônicos com os momentos de emoção que o outro nos proporciona? Por que temos vergonha de dizer que amamos o marido, a mulher, o pai, a mãe, os irmãos e os amigos? E, se o dissermos, até que ponto não parecemos carentes e pegajosos?
“Antes de me casar, tive vários namoradinhos que sempre reclamaram do meu jeito fechado. Mas era simplesmente impossível para mim dizer o que sentia com tanta facilidade. Fui criada por pais amorosos, mas do jeito deles — era raro quando eles diziam que amavam a mim ou aos meus irmãos. Acho que minha grande influência foi a minha avó, que me dizia para tomar cuidado para não virar peteca na mão dos homens. E eu via o exemplo dos meus irmãos, que se desmanchavam para as meninas e, pelas costas, debochavam porque elas estavam no papo. Elas eram completamente românticos e melosas, e, quanto mais se apegavam, mais eles corriam. Disse pra mim mesma: ‘nenhum homem vai me chamar de melada’. Formei uma casca grossa, e conheci o meu marido.
Éramos amigos de faculdade, mas só começamos a namorar depois. Ele era o que a gente chama de galinha, mas isso era coisa da idade. Com o tempo e alguns perdões depois, engrenamos num relacionamento maravilhoso. Nós nos entendíamos muito bem, ganhamos dinheiro juntos, ele não economizava nas gentilezas. Só eu que não conseguia vencer a barreira de dizer a ele o quanto eu o amava. Nos primeiros anos, ele pedia que eu dissesse as palavras mágicas, mas eu não disse. Quando ele vinha me abraçar, cheio de chamegos, eu respondia: “tá, tá, vou fingir que acredito”, numa postura cínica em relação ao amor dele, o que era injusto, porque ele já tinha me dado várias demonstrações de que era um amor verdadeiro. Acho que eu passei nosso casamento inteiro tentando que ele provasse que me amava de verdade e, a cada prova que ele dava, eu queria outra maior para, enfim, poder dizer o que eu sentia e o que ele queria ouvir. A morte dele foi uma estupidez, ele era novo demais e merecia ter sabido, em bom português, o quanto ele era amado pela sua mulher. Hoje vejo que gestos não bastam; dizer é parte da natureza humana. Vejo pelos meus sobrinhos que os jovens não sabem mais o que é romantismo, que eles se tornaram robôs que encontram e desencontram pessoas na balada e que namorar é um ato banal, de passar um tempo juntos dando beijo na boca”.
Respondi a essa amiga que ela não deveria se culpar; que seu marido, um sujeito mais do que generoso, sabia muito bem o quanto ela o amava, porque era um homem feliz. Mas é fato que existem impulsos que merecem escapar do controle do nosso senso de parcimônia, e que devem, sim, nos subjugar. Qual o problema de nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Quem disse que nós só devemos abrir a boca quando tivermos certeza do que sentimos, posto que a certeza muda tanto com o passar do tempo? Num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Facebook, protegidos pela tecla de um computador, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais, pegar um carro, enfrentar o trânsito, subir o evelador, tocar a campainha e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração, que começou na minha, quando a AIDS explodiu e nós ignorávamos a realidade da doença, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia.”
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Uma lenda do Pólo Norte


Conta uma lenda esquimó que, na aurora do mundo, não havia qualquer diferença entre homens e animais: todas as criaturas viviam em harmonia sobre a face da Terra, e cada uma podia transformar-se na outra, a fim de entendê-la melhor. Os homens viravam peixes, os peixes viravam homens, e todos falavam a mesma língua.
“Nesta época”, continua a lenda, “as palavras eram mágicas, e o mundo espiritual distribuía fartamente suas bênçãos. Uma frase dita ao acaso podia ter estranhas conseqüências; bastava pronunciar um desejo que este se realizava”.
Foi então que todas as criaturas começaram a abusar deste poder. A confusão se instalou, e a sabedoria se perdeu.
“Mas a palavra continua mágica, e a sabedoria ainda concede o dom de fazer milagres a todos que a respeitam”, conclui a lenda.por Paulo Coelho
Que incrível uma lenda tão antiga ser tão atual, abuso, confusão, perda da sabedoria...
Por isso muito cuidado com o que você pensa e fala.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 22 de janeiro de 2012

PAZ MUNDIAL

Perguntaram para Madre Teresa: 
 "Como poderíamos promover a paz mundial?" 
 Ela disse: 
 "Vá para casa e ame a sua família." 

Será que preciso fazer algum comentário sobre a resposta?

Por um mundo melhor, COMEÇANCO POR MIM!!! 
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sábado, 21 de janeiro de 2012

O PESO QUE DAMOS AOS TEMAS

Ontem, eu estava lendo uma página de reportagens quando me deparei com o comentário do Carlos Nascimento:
“O jornalista Carlos Nascimento criticou, durante a abertura do “Jornal do SBT” da última quinta-feira (19), as discussões em torno do suposto estupro no reality show Big Brother Brasil e a repercussão do hit “Luiza no Canadá”. “Ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos, ou nos tornamos perfeitos idiotas, não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro”, comentou o âncora.”
E eu vou um pouco mais longe.
Quando damos peso a temas como esses, na verdade estamos saindo de nós, estamos deixando de ficar em contato com nossa essência.
São duas coisas diferentes: Uma, é saber que isso acontece e trazer para dentro de mim como exercício de raciocínio – o que esses assuntos acrescentam na minha vida, que bem eles me trazem...Outra, é entrar nesse debate que me mantém no externo, fora da minha realidade de ser.
Quando fico no externo, estou deixando de viver o agora, de dar um abraço agora, um beijo, de dizer o quanto esta pessoa é importante para mim, de dizer “eu te amo”, de fazer um elogio,ou qualquer outra coisa que gere em mim emoções boas e/ou bem-estar.
Resumidamente a questão é: Não é se alienar do que acontece a sua volta, mas não dar peso a que não te acrescenta.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PARADIGMAS

“Conta uma velha história budista: um homem vai passando por uma aldeia, em pleno temporal, e de repente vê uma casa pegando fogo. Ao se aproximar, nota um outro homem – (a fábula usa uma bela imagem: “com fogo até nas sobrancelhas”) – que grita em sua direção:
– Está chovendo?
O viajante fica surpreso.
– Sua casa está pegando fogo! – diz.
– Preciso saber se está chovendo. Minha mãe me disse que a chuva pode nos trazer pneumonia.
Zao Chi comenta sobre a fábula: “sábio é o homem que consegue mudar de situação quando se vê forçado a isto. Tolo é o homem que não confia na mão de Deus, apenas nas respostas de seu semelhante”. Publicado por Paulo Coelho”
Paulo Coelho é fantástico e nesse conto é possível ter a nítida percepção de como vivemos presos em paradigmas e falsas crenças.
O quanto é difícil raciocinar em cima de modelos populares e familiares.
Mas temos que nos lembrar que esses padrões, principalmente os familiares, são o medo do novo, do diferente, de tudo que possa mudar a ordem pré estabelecida.
Só que o preço que se paga para manter esse estatus é a prisão do ser, da liberdade de ser.
Será que vale a pena se castrar para manter essa situação?
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LAVANDA – TEMPEROS E ERVAS 6

Também conhecida como Alfazema é originária da região do Mediterrâneo.
Cresce em  pequenas touceiras nos jardins, plantações ou  vasos.
São usadas em armários para aromatizar  e prevenir contra insetos e parasitas.
Mas seu uso mais popular é na fitoterapia.
Desde a Grécia antiga foi usada na perfumaria e na Roma antiga já era empregada pelas suas propriedades terapêuticas.
Calmante, relaxante,anti-séptica, antiinflamatória, antifungos, antiespasmodica, problemas respiratírios, dores de cabeça e enxaquecas, cicatrizante entre outras indicações.
Tem uso também na culinária para aromatizar geléias, vinagres, cremes e carnes.
No Brasil tem plantação em Morro Reuter no Rio Grande  do Sul, chegando a ter a festa da lavanda.

Creme de Lavanda – doce
500ml de leite integral
5 flores de lavanda
3 rodelas de limão siciliano
3 gemas
150g de açúcar demerara (ou de sua preferência)
2 cl de sopa de amido de milho (popularmente conhecido como maisena)

Ferva o leite, tire do fogo e acrescente as flores de lavanda e o limão. Tampe e deixe em infusão por 15 minutos
Enquanto o leite está descansando, bata as gemas com o açúcar até esbranquear, acrescente o amido, misture bem e reserve.
Coe o leite na mistura de gemas, mexa bem com um misturador (foier), despeje em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar; e cozinhe por mais 2 minutos.
Coloque em um pirex ou taças e quando esfriar, leve a geladeira.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

LOURO - TEMPEROS E ERVAS 5

O Loureiro é uma árvore originária da região do mediterrâneo podendo atingir até 10 m de altura.
Diz a lenda que a ninfa Dafne  ao ser perseguida pó Apolo pediu aos deuses que a transformasse para não perder sua pureza.e assim nasceu o Loureiro.
Na Grécia antiga as folhas de louro eram usada para confeccionar coroas que eram dadas aos vencedores como atletas e heróis nacionais. Em Roma os Césares eram coroados com essas coroas.
Seu uso terapêutico se deve a suas propriedades digestivas – alivia azia, mau hálito, indisposição estomacal.
No Brasil as folhas de louro não podem deixar de estar presente nos feijões.
Muito usado também para temperar carnes.

CARNE ASSADA
Como eu sei que cada região do Brasil e países tem denominações e formas de cortes diferentes, por isso indicarei qualquer tipo de carne bovina própria para se assada. Por exemplo: alcatra, maminha, peixinho, fraldinha, contra-filé, filé sem osso ou com osso ...
1 saco de celofane próprio para ir ao forno
1 k de carne bovina própria para assar 
3 galhos de alecrim de mais ou menos 1 palmo de comprimento
3 folhas grandes ou 5 pequenas de louro
3 fatias de gengibre
Shoyo ou molho inglês a gosto – cuidado só para não salgar

Perfure a peça de carne com uma faca para entranhar o tempero;
Coloque a carne e os temperos no saco de celofane fechando bem e deixe marinar por no mínimo 2 horas.
Após o tempo de marinar, coloque o saco com a carne em uma bandeja ou travessa própria para forno.
Coloque tudo no forno pré-aquecido por no mínimo quarenta minutos em fogo baixo, dependendo do gosto.
Se preferir uma carne mais cozida, sem sangramento, deixe mais tempo.
Se preferir uma carne com crosta, após meia hora de forno, retire o celofane e deixe até o ponto que você gosta.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

DESVALORIZAR

"Nunca desvalorize ninguém...guarde cada pessoa perto do seu coração, porque um dia você pode acordar e perceber que perdeu um diamante enquanto estava muito ocupado colecionando pedras falsas".   autor desconhecido
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um novo passo em falso

por Paulo Coelho |
"Como nada muda da noite para o dia, o guerreiro dá um novo passo em falso e mergulha mais uma vez no abismo. Os fantasmas o provocam, a solidão o atormenta. Como agora tem mais consciência de seus atos, não pensava que isso fosse tornar a acontecer.
Mas aconteceu. Envolto pela escuridão, ele se comunica com seu mestre.
“Mestre, caí de novo no abismo”, diz. “As águas são fundas e escuras”
“Lembra-te de uma coisa”, responde o mestre. “O que afoga não é o mergulho, mas o fato de permanecer debaixo d´água”.
E o guerreiro usa o resto de suas forças para sair da situação em que se encontra.’

E assim é por toda a vida.
Estaremos sempre derrapando e isso é bom porque nos dá verdadeira dimensão de onde estamos e do que ainda podemos fazer para melhorarmos. Os mergulhos existem para mostrar quanto somos capazes.
Não tenha medo deles. Use-os com sabedoria.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

MEDO DAS MUDANÇAS - Exercício

“As pessoas tem medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem.”Chico Buarque de Holanda
Assino em baixo!!
É engraçado como podemos mudar no decorrer da vida.
Eu sou uma taurina, e como todo bom taurino preso na terra.
Qualquer mudança para mim, por menor que fosse, era um drama, como se o mundo fosse acabar. E isso desde pequena.
Por isso posso te assegurar, não por leitura ou escutar o que o outro disse ou que vivenciou, mas por experiência própria que é possível sim, mudar. 
E mudar radicalmente. Só de moradia já mudei 8 vezes, de local de trabalho umas 5 vezes. Hoje estou mais para uma cigana que para uma taurina.
É uma questão de saber o que se quer e não desistir na primeira dificuldade.
É enfrentar de frente seus medo e inseguranças.
É ter a certeza que está sempre protegido, guiado, amparado.
Não importa em que você acredita ou a qual instituição religiosa você está vinculado, porque no fundo todos nos sabemos que temos um “anjo da guarda” ao nosso lado (ou de o nome que você quiser).
O importante é ter a certeza que pode sim mudar e sempre para melhor, podes crer.
Comece por algo bem simples como: levante agora dessa cadeira ou de onde você estiver e vá até a cozinha ou onde tenha água e tome dois goles (ao menos) de água; você deve ter o hábito de se sentar para tomar café ou fazer alguma outra refeição sentado no mesmo lugar, então mude de lugar; você deve também deitar-se sempre no mesmo lado da cama, então mude de lado; você deve fazer sempre o mesmo trajeto para ir ao trabalho, ou levar e buscar filho na escola, ou outro lugar de rotina, então mude o trajeto; se costuma ir de ônibus, desça um ou dois pontos antes e faça o restante do percurso a pé; se costuma ir ao supermercado, mude o trajeto dentro dele, em vez de seguir o percurso que o supermercado nos obriga a fazer, entre e vá direto ao final dele e venha no sentido da entrada...
São com esses pequenos passos que conseguimos fazer as grandes mudanças.
Que seu 2012 seja cheio de MUDANÇAS!!!!
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM !!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O AMOR É A CHAVE



O amor é uma arma de Luz e tem o poder de erradicar todas as formas de escuridão. Essa é a chave. Quando oferecemos amor até mesmo a nossos inimigos, destruímos sua escuridão e seu ódio — motivo pelo qual eles se tornaram nossos inimigos antes de mais nada. Além disso, afastamos a escuridão dentro de nós mesmos.

Estabeleça uma intenção de despertar amor por seu parceiro, amigos, família e por si mesmo. Afinal, só podemos compartilhar o que possuímos. Não podemos amar ao próximo ou ao nosso parceiro se não temos amor por nós. Yehuda
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional




domingo, 8 de janeiro de 2012

2012

Li uma crônica de  Bruno Astuto falando sobre o lado bom do fim do mundo.
Desde o ano passado está rolando essa loucura de fim do mundo em 2012, como foi outra insanidade na virada do milênio.
Ele então fala do porque de fazer planos se o mundo vai acabar no final de 2012. Sugere torrar tudo o dinheiro, estourar os cartões de credito e assim por diante já que tudo vai acabar.
Mas o mais importante que ele escreve é quanto ao lado sentimental, das emoções.
Aproveitar esse ano para falarmos o que pensamos, sermos autênticos, expormos nossos sentimentos, emoções, e principalmente nosso amor.
Ele termina dizendo que: “O lado bom é poder, finalmente, dizer o que se sente, porque o ser humano pode ter inventado a Internet, a pílula e o foguete, mas ainda não resolveu seu maior medo, que, ao contrário do que se pensa por aí, não é o de morrer. É o medo de não ser amado.”
Que 2012 seja o ano da sua libertação!!!
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sábado, 7 de janeiro de 2012

RAIVA

Acho que depois do medo, a raiva é o pior sentimento que criamos.
É destruidora.
O estrago que ela provoca não é só sentimental como física.
É um sentimento negativo e quando uma pessoa entra no estado de raiva, ela se transforma em algo horrível.
É como se perdesse sua essência amorosa, divina, maravilhosa.
Quando algo não sair exatamente como você esperava, ou alguém fizer algo que você não gosta, ou quando sua vida não estiver como planejado, expresse o que sente, mas sem raiva.
Respire, conte até 10 (ou mai), ande, corra, enfim faça o que achar que vai descarregar a frustração, mas não deixe a raiva se instalar.
Principalmente RACIOCINE sobre o que está acontecendo para poder mudar, fazer, sentir diferente.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

TRANSFORMAÇÃO

Ela é sempre possível, até mesmo no nosso último suspiro de vida.
Acomodação, resignação, colocar tudo nas mãos do destino é muito fácil e também muito caro a se pagar na vida. É auto-sabotagem.
De peso a tudo de bom na vida.
Se permita a experimentar o novo, o diferente.
Quebre a rotina, a mesmice.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

QUEM AINDA DESEJA ESTA NOTA?

por Paulo Coelho
Cassan Said Amer conta a história de um palestrante que começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares e perguntando:
“Quem deseja essa nota de 20 dólares?”
Várias mãos se levantaram, mas o palestrante pediu:
“Antes de entregá-la, preciso fazer algo”.
Amassou-a com toda fúria, e insistiu:
“Quem ainda quer esta nota?”
As mãos continuaram levantadas.
“E se eu fizer isso?”
Atirou-a contra a parede, deixou-a cair no chão, ofendeu-a, pisoteou-a, e mais uma vez mostrou a nota – agora imunda e amassada. Repetiu a pergunta, e as mãos continuaram levantadas.
“Vocês não podem jamais esquecer esta cena”, comentou o palestrante. “Não importa o que eu faça com este dinheiro, ele continua sendo uma nota de 20 dólares. Muitas vezes em nossas vidas somos amassados, pisados, maltratados, ofendidos; entretanto, apesar disso, ainda valemos a mesma coisa”.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 1 de janeiro de 2012

PENSAMENTOS



São os pensamentos negativos que criam todo o caos em nossas vidas. E a dúvida é o mais mortal de todos os pensamentos negativos possíveis.Yehuda



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

VIRADA DE ANO

A maioria das pessoas depositam nessa data toda uma vida.
Mas para mim todo dia é uma virada maravilhosa que posso dar em minha vida.
Não preciso de uma data para que isso se realize.
Todo dia ao deitar projeto o que quero para o outro dia, e quando acordo, no outro dia, me sinto nova, renovada, com o que propus na noite anterior, sendo realizado.
Acabo de ler um texto onde a escritora diz que faz anos que ela deseja a cada virada de ano, saúde.
Fiquei raciocinando se é realmente isso o mais importante, como ela diz ser para ela.
E eu tive mais certeza que para mim é o AMOR.
Vivenciando amor todos os dias, espalhando amor todos os dias, você simplesmente tem tudo o mais que deseja ou precisa, calma, equilíbrio, bem-estar...
Com amor,cala, equilíbrio e bem-estar, vem automaticamente, sucesso, prosperidade e tudo mais material...
MUITO AMOR PARA VOCE!!!!

Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

NOSSO INIMIGO É A PREOCUPAÇÃO

“Nosso inimigo é a preocupação. Quando nos preocupamos abrimos portas para o lado negativo.” Shmuel Lemle
Quando nos preocupamos você já reparou como os pensamentos são repetitivos, negativos, focados sempre no pior?
Mas você já sabe o que fazer quando isso acontecer: “não posso” mude para “eu posso”, “não consigo” mude para “eu consigo”, “é difícil” mude para “vai dar certo”...
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CONTROLE REMOTO

Esse texto é do Ary  Alonso e complementa muito o que venho escrevendo para você.
As pessoas estão cada vez mais vivendo com base no seu condicionamento. Nem mesmo nos damos conta disso: que reagimos de forma automática com relação a tudo que vemos e ouvimos.
A vida funciona quase como se fosse um “checking list”. Abrimos nossa memória e vamos verificando o que aquele acontecimento significa na nossa experiência. Parece uma coisa inteligente, mas é exatamente o que um cachorro faz: reage ao que está condicionado, conforme o encantador de cães tem mostrado, de forma simples. De fato, quando agimos pelo que está predefinido em nossa mente, não estamos usando o livre-arbítrio.
A nossa diferença com os outros seres não está na racionalidade, mas na capacidade de criar a nossa realidade e escolher quando vamos fazê-lo. Infelizmente, por não respeitarmos a nossa antropologia, a nossa natureza perfeita, usamos inadequadamente a nossa potencialidade.
O que o Coaching de Consciência faz é treinar aqueles que estão abertos ao amadurecimento, para ter uma vida gostosa. Como funciona isso? Como um controle remoto, como diria o Artur, meu sobrinho/afilhado de 17 anos: “Aprendemos a apertar a tecla que vai nos levar para onde queremos.”
Em vez de seguirmos o nosso condicionamento animal e robótico, agimos de acordo com as leis do Universo, vivendo a verdade e criando o melhor. Assim como precisamos do manual de instruções para operar o controle de um equipamento com o qual não estamos acostumados, devemos treinar o uso do “controle remoto” para manifestar todos os nossos desejos. Assuma o controle de sua vida, não agindo pelos impulsos e intenções do condicionamento da sua memória.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

VENDE-SE TUDO!
Que esse texto da Martha seja sua inspiração para 2012!!!
texto de Martha Medeiros
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma  lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida.
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.
Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza:
"só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir,"é melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!
Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza, plenitude e felicidade.
São os momentos especiais que não tem preço, as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a nossa paz de espírito.
Felicidade não é o destino e sim a viagem!
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 25 de dezembro de 2011

Conversando com o Mal

por Paulo Coelho |Às vezes o Mal persegue o guerreiro. Então, com tranqüilidade, ele o convida para a sua tenda.
O guerreiro pergunta ao Mal: “você quer me ferir, ou me usar para ferir os outros?”
O Mal finge não ouvir. Diz que conhece as trevas da alma do guerreiro.
Toca em feridas não cicatrizadas, e clama vingança. Lembra que conhece algumas armadilhas e venenos sutis que o ajudarão a destruir seus inimigos.
O guerreiro da luz escuta. Se o Mal se distrai, ele faz com que retome a conversa, e pede detalhes de todos seus projetos.
Depois de ouvir tudo, levanta-se e vai embora. O Mal falou tanto, está tão cansado e tão vazio, que não conseguirá acompanhá-lo.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS

Todo ano fico na espera de uma inspiração bem apropriada para desejar a você minha amiga e a você meu amigo, diferente dos tradicionais boas festas e feliz ano novo.
E esse ano veio do Instituto Akatu e mais apropriado impossível.
Desejo que você seja capaz de colocar em prática os “8 Rs”: reflita, reduza, reutilize, recicle, respeite, repare, responsabilize-se e repasse.

1. Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo na sua vida, na sociedade, no país e no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

2. Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;
3. Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço…
4. Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil. Quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador;
5. Respeitar: Você mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”;
6. Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe;
7. Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade;
8. Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Elas & elas

Desde o titulo do artigo até o final dele, achei simplesmente maravilhoso.
E ele se encaixa em todas as áreas onde há preconceito, “o que vão pensar de mim”, e afins.
Mais uma dica do que não repetir no próximo ano.
Danuza Leão
Elas & elas
Essas moças, que não são especialmente lindas, têm uma coisa invejável, que é o prazer de se divertir
Outro dia fui parar na Lapa, o lugar mais animado do Rio. Como a rua do Lavradio, onde se concentra a grande animação, é fechada aos carros, as mesas ficam nas calçadas e até no meio da rua, e às 8h da noite a festa já bombava (o carioca inventou uma moda ótima: agora as confraternizações de fim de ano começam nos primeiros dias de dezembro, e é festa o mês inteiro).
A Lapa é democrática; tem de tudo, mas a grande maioria -dá para ver- é de pessoas simples, que saem do trabalho e vão ali tomar um chope, se divertir, lá o que mais tem é alegria. E quando a música -ao vivo- ataca, as mulheres vão para a pista de dança, e se não tiverem com quem, dançam sozinhas.
Primeiro, o visual: quase nenhuma é magra, como ditam as modas.
Umas são bem gordinhas e não parecem estar minimamente preocupadas com o assunto. Usam roupas coladas ao corpo, grandes decotes, barrigas de fora, saias curtíssimas, não se importam nem um pouco de mostrar as pernas -com ou sem celulite- e os pneuzinhos de cada lado da cintura; elas não estão nem aí.
Essas moças, que não são especialmente lindas e devem viver de salário -um salário pequeno-, têm uma coisa invejável, que raramente se vê em moças magras, elegantes e ricas: a alegria de viver, o prazer de se divertir. E bom mesmo é ouvir as conversas, quando vão ao banheiro retocar a maquiagem.
Sempre sorrindo de orelha a orelha, elas falam: "ele que me aguarde, não estou nem aí, homem é o que não falta" é o mínimo que se escuta, e aí emendam com um "quando sair daqui, vou para um samba na Dutra".
Para quem não sabe, a Dutra é a estrada que vai do Rio a São Paulo, e o mantra dessas moças tão felizes parece ser o "não estou nem aí".
Conheço muitas jovens magras, elegantes e ricas, infelizes porque estão dois quilos mais gordas, porque o cabelo não foi cortado direito, porque o namorado sumiu e, por essas razões gravíssimas e outras, tão graves quanto, são inseguras.
Nos banheiros das casas noturnas chiques, o mais frequente é ouvir uma se lamentando, arrependida por não ter usado outro vestido (o que está usando engorda), outra contando que já marcou o dia de aumentar os seios, para curtir o verão, e todas, sempre, olhando o celular para ver se "ele" tinha aparecido; e segunda-feira, tome analista para se queixar da vida.
E nas praias? Que seja em Ipanema, Salvador ou Santos, se a maioria das frequentadoras desse importância a essas coisas, passaria o verão (e a vida) trancada num quarto escuro. O que mais se vê são moças fora de forma, segundo os conceitos atuais, mas totalmente à vontade, alegres e felizes, dando seus mergulhos e provavelmente achando Gisele Bündchen -quem mesmo?- uma magrela.
Esse "não estar nem aí" é a segurança que tantas procuram; elas não olham as páginas de moda, não sabem que uma mulher não pode -segundo foi decretado- ter mais de 90 cm de quadris, não sabem o que é fashion, nunca ouviram falar de dieta, nem sabem o que é a Daslu.
E como não sabem, têm a liberdade de usar short de lycra, unhas compridas com esmalte bem colorido, boca vermelha brilhando; e se o namorado sumiu, não estão nem aí, claro, pois o tempo que têm para se divertir é entre a noite de sexta e a manhã de segunda, quando acordam muito cedo para pegar no batente, então o lance é aproveitar a vida.
Não sei se elas são mais felizes do que as outras, mas que se divertem muito, mas muito mais, disso não tenho a menor dúvida.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

NÃO JULGUES

Hoje li uma frase sensacional, pena que não tinha o autor:
“não julgues minhas escolhas, pois você não conhece meus motivos!!!!”
Então fica como mais uma dica para o próximo ano.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

UVA E SUAS PROPRIEDADES - TEMPEROS E ERVAS 4

Não é para menos que desde a antiguidade a uva e seu derivado mais conhecido “o vinho” são cultivado e endeusado.
Hoje com a tecnologia e ciência sabe-se das maravilhas dessa fruta para todo o organismo humano.
Rica em polifenoides e bioflavonoides, antioxidantes naturais, ajudam a combater os radicais livres, retardando o envelhecimento , além de reduzir o colesterol ruim, reduzir a pressão arterial, aumentar o fluxo do sangue, diminuir o estresse...
A quantidade de polifenoides  nas uvas são mais poderosas que a vitamina C e E, segundo pesquisas científicas recentes.
Na estética, descobriu-se que produtos a base de uva melhoram a derme combatendo a oxidação da mesma, estimulam a síntese de colágeno e elastina, aumentam a vitalidade celular, a resistência e flexibilidade da pele.
Então, inclua, a partir de agora, aproveitando a época, uva, suco  e vinho em sua dieta. Mas não exagere no vinho por ser uma bebida alcoólica como qualquer outra.
E viva Baco e Dionísio!!!
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

DEIXE O PASSADO PARA TRÁS

Natal, Ano Novo são datas que nos ajudam a relembrar que cada dia é um novo dia, um novo começo.
E como adoramos esses rituais, e neles estão embutidos novas metas, que tal começarmos o novo ano que se aproxima, deixando para trás o passado?
Afinal, como a própria palavra diz “passou”, foi-se, já era...
Quando ficamos remoendo o passado estamos revivendo as emoções sentidas lá. Estamos trazendo a dor e o sofrimento vividos lá.
E a pergunta é: e para que isso?
Não é muito melhor viver o agora? Afinal é no agora que se pode mudar, ou se alegrar, ou dizer “eu te amo”, ou dar um abraço, ou elogiar, ou presentear...
Já que vai ser feito uma meta para o novo ano faça a proposta de “viver o agora”.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM !!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional