Bem vindo ao ESTILO DE VIDA BEM VIVER

A chamada vida moderna alcançou altos graus, de desenvolvimento científico e tecnológico, proporcionando um salto na qualidade de vida material com conforto e facilidades, como nunca antes visto na história da humanidade. No entanto, não só continuamos os mesmo em relação aos sentimentos como ainda perdemos o pouco que tínhamos nas relações humanas.
Com o Orkut, Facebook, ipod, Reality Show e propagandas que estimulam o consumo desenfreado nos fazem cada vez mais olharmos somente para o exterior, esquecendo de entrar em contato conosco mesmo, deixando de lado a importância do silêncio, do autoconhecimento e do verdadeiro amor

Como conseqüência de tudo isso, temos o surgimento das doenças da vida moderna, como a ansiedade, o estresse, a síndrome do pânico, a depressão e outras. Estas doenças nos tiram o prazer de viver, além de prejudicar nossas relações afetivas, profissionais e familiares, proporcionando uma queda extremamente bruta na nossa qualidade de vida.

Por isso, esse blog foi criado com a intenção de levar até você informações que possam te ajudar a resgatar, aumentar e principalmente, a manter sua qualidade de vida.

Aqui você vai encontrar artigos sobre os mais variados temas, dicas simples e práticas para serem colocadas em ação no seu dia a dia, além de dicas de livros, filmes, bate-papo e muito mais.

Venha e deixe-se inspirar!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

MUNDO GLOBAL ALIENADO

O artigo que segue a baixo e o vídeo, mostram bem como vejo as pessoas hoje em dia.
Eu ando muito a pé e de ônibus – por pura opção – e me assusta a alienação delas.
“Ontem me deparei com uma amiga de infância super querida no elevador de um prédio comercial em São Paulo. Prestes a dizer um simpático: “Oi Adriana, há quanto tempo a gente não se vê…”, fui inibida. Adriana entrou ouvindo música em fones de ouvido que se prendiam a sua cabeça em uma espécie de tiara rosa, com grandes pompons pink nas orelhas. Adriana também manipulava o celular freneticamente, avançava as telas com o dedo e digitava no teclado virtual como se tivesse atrasada para uma reunião. Tinha o olhar fixo no iPhone.
Enquanto eu acompanhava os números crescerem no visor digital do elevador, ainda tinha esperanças que Adriana olhasse para mim. Não aconteceu. Ela estava praticamente adbuzida pela tecnologia. Não notou ninguém. A porta se abriu no 12º andar e Adriana continuou em passos firmes para seu destino, sem largar o fone ou o celular.
É cada vez mais comum a gente se deparar com pessoas conectadíssimas. Sim, a tecnologia nos deu mobilidade, rompeu barreiras, abriu nossos horizontes. Mas, de vez em quando, é preciso saber desconectar. Enquanto estamos presos na tecnologia, o mundo parece vazio ao nosso redor.
O vídeo da empresa tailandesa de telecomunicações DTAC mostra o quanto se pode perder da vida quando exageramos na tecnologia. As pessoas parecem invisíveis aos olhos de quem só presta atenção no e-mail, no celular, no iPod. De vez em quando, a gente precisa saber apertar o “off” para reparar no arco-íris, apreciar o sorriso de quem se ama ou até, quem sabe, encontrar alguém especial. Hoje vou procurar Adriana no Facebook e contar pra ela o que aconteceu com a gente. Por Luciana Vicária”
 Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

PARA REFLETIR

O que eu gostei dessas 4 dicas que seguem abaixo é a premissa do agora.
É o que venho pontuando para você.
Só o agora é que é verdadeiro.


As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia 
A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!! 
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 5 de fevereiro de 2012

LEI DE JANTE

“”Em todos os países da Escandinávia é difícil encontrar alguém que não conheça esta lei. Embora ela já exista desde o início da civilização, foi enunciada oficialmente apenas em 1933 pelo escritor Aksel Sandemose na novela “Um refugiado ultrapassa seus limites.”
A triste constatação é que a Lei de Jante não se limita à Escandinávia: ela é uma regra aplicada em todos os países do mundo, embora os brasileiros digam “isso só acontece aqui”, ou os franceses afirmem “em nosso país, infelizmente é assim”. Como o leitor já deve estar irritado porque leu dois parágrafos sem saber exatamente do que se trata a Lei de Jante, vou tentar resumi-la aqui, com minhas próprias palavras:
“Você não vale nada, ninguém está interessado no que você pensa, a mediocridade e o anonimato são a melhor escolha. Se agir assim, você jamais terá grandes problemas em sua vida.”
A Lei de Jante enfoca, em seu contexto, o sentimento de ciúme e inveja. Este é um dos seus aspectos negativos, mas existe algo muito mais perigoso.
É graças a ela que o mundo tem sido manipulado de todas as maneiras, por gente que não teme o comentário dos outros, e termina fazendo o mal que deseja. Vemos um grande abismo entre os países ricos e os países pobres, injustiça social por todos os lados, violência descontrolada, pessoas que são obrigadas a renunciar aos seus sonhos por causa de ataques injustos e covardes.
E ninguém se compromete.
A mediocridade pode ser confortável, até que um dia a tragédia bate à porta, e então as pessoas se perguntam: “mas por que ninguém disse nada, quando todo mundo estava vendo que isso ia acontecer?”
Simples: ninguém disse nada porque elas também não disseram nada.
Portanto, para evitar que as coisas fiquem cada vez piores, talvez fosse o momento de escrever a antilei de Jante:
“Você vale muito mais do que pensa. Seu trabalho e sua presença nesta Terra são importantes, mesmo que você não acredite. Claro que, pensando assim, você poderá ter muitos problemas por estar transgredindo a Lei de Jante – mas não se deixe intimidar por eles, continue vivendo sem medo, e irá vencer no final.” Paulo Coelho”
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

DICAS DE VIDA

Pena que não tinha o autor, mas compartilho com quem escreveu essas dicas, afinal nada mais são o que venho escrevendo para você.
O interessante é a maneira bem simplificada e objetiva de quem escreveu.
1.      - Se você não for atrás do que quer, nunca vai ter o que quer.
2.      - Se você não perguntar a resposta será sempre não.
3.       -Se não der um passo à frente, nunca sairá do lugar.
Resumindo mais ainda: ouse sair da sua zona de conforto!!!
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA GRATIDÃO

Gratidão é o ato de reconhecimento por algo bom que aconteceu.
Apesar de eu não ter gostado da origem e significado da palavra, porque acho que todos nós somos sim merecedores de coisas boas, por isso vou deixar de lado o que envolve o significado e vou me ater a essência do sentimento que é maravilhoso.
A minha experiência com o estado de gratidão é simplesmente fantástico.
Quanto mais gratidão eu sinto pela minha vida, por tudo que me acontece, sinto que mais situações e coisas boas me acontecem. É  como se eu fosse aumentando a capacidade de atração para tudo que é bom, como um gerador que quanto mais é usado, mais energia gera.
Aprendi que mesmo nas situações desagradáveis se eu agradeço, mais rápido essa situação se resolve, dando continuidade ao fluir do bom.
Na gratidão se sente contentamento e prazer.
Pense nisso: o quanto de gratidão você sente e vivencia no seu dia-a-dia?
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

SALSINHA - TEMPEROS E ERVAS 8

A salsinha é originária da Europa e foi trazida para o Brasil pelos portugueses.
Muito usada na culinária, mas com propriedades farmacológicas comprovadas.
Estudos feitos na Universidade Federal do Rio de Janeiro, comprovaram seus efeitos diuréticos e de afinar o sangue ajudando em muitas doenças cardiovasculares, como indicada também para problemas digestivo e gases.
Ela é rica em fibras, vitaminas A, C, E, complexo B, e minerais como o Ferro, Cálcio e Fósforo se consumida crua. No cozimento ela perde parte dessas propriedades.
Seu consumo, em grandes quantidades, deve ser evitado por gestantes por poder causar aborto.
O plantio da salsinha é tão simples que todos deveriam ter um vasinho ou uma floreira em casa com ela.
Para fazer chá ela não deve ser fervida, mas ser posta em infusão.
SUCO DE SALSINHA
Em uma centrifuga passe meio maço de salsinha, uma maçã e uma cenoura.
Ou no liquidificador bata 2/3 de copo com água, meio maço de salsinha, uma maçã e uma cenoura; coe e é só tomar.
PASTA DE SALSINHA
1 xícara de ricota amassada
½ cebola bem picadinha e de molho em água com gelo (para tirar o excesso de acidez)
½ dente de alho bem amassado
¼ de pimentão amarelo picadinho
½ xícara de salsinha bem picadinha
sal a gosto
Escorra a cebola,  misture todos os ingredientes e é só servir com pão, torradas ou biscoitos.
Conservar  na geladeira.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 29 de janeiro de 2012

DA VELHICE SÓ ESCAPA QUEM JÁ MORREU

Acabo de ler um artigo da Ruth de Aquino sobre o filme “Later Bloomer”, no Brasil tem o título “O amor não tem fim”, da diretora Julie Gravas, filha do cineasta Costa Gravas.
O filme é sobre um casal na faixa dos 60, mostrando como cada um reage a idade.
O comentário da Ruth é sobre o que vem a ser o envelhecimento e como homens e mulheres reagem a idade.
Para mim a pergunta é: o que vem a ser realmente envelhecer?
E a  cada ano me convenço mais que é uma questão de crenças, de paradigmas. É claro que não posso fugir da realidade do corpo perdendo a aparência dos vinte anos. Mas  mesmo assim posso retardar com toda a tecnologia que existe hoje. Me sinto muito mais disposição, na idade que tenho hoje,por mais incrível que isso possa parecer, do que quando estava na faixa dos vinte ou trinta anos.
Uma mulher na minha idade quando eu era criança já usava preto, e não era  pretinho básico não, era preto de luto, porque alguém da família já tinha morrido, e como na época era costume usar luto (preto)muitas vezes elas não tiravam mais. Sua vida ficava em função da família e da casa. Não tinha mais nenhuma perspectiva de vida.
Hoje, porém,  uma mulher ou um homem pode recomeçar a vida em qualquer idade, pode realizar sonhos em qualquer idade.
Ser velho ou jovem, ao meu ver, é uma questão de se sentir velho ou jovem.
Conheço jovens velhos e pessoas com idade cronológica avançada jovem de espírito.
Eu tenho grupos de “Potencializando a Memória”onde ensino  e exercito  a mente e o cérebro de essas pessoas para que  possam chegar a qualquer idade com qualidade de vida. E o que mais trabalho com elas é a quebra do paradigma da velhice.
Ser “velho”é uma escolha.
Como Ruth coloca: por mais que a sociedade estabeleça como idoso quem tem acima de 60 anos, a tendência é empurrar o calendário para a frente. Hoje, para os sessentões, velho é quem tem mais de 80. Os octogenários produtivos acham que velho é quem passou dos 90. No fim, velho mesmo é quem já morreu e não sabe.”
Por um mundo melhor, CONEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sábado, 28 de janeiro de 2012

VIVA COM ENTUSIASMO

Nada pior que perder o entusiasmo pela vida, manter um relacionamento por  manter, permanecer em um emprego por permanecer, viver entre pessoas  que te fazem mal por viver, manter uma rotina por manter...
 A melhor maneira de ter uma vida depressiva é permitir que o meio em que vive te obrigue a manter as regras dela.
Permita-se a ser você mesmo e em tudo que você fizer e viver, faça e viva com entusiasmo.
Como diz Cacima: “viva brilhando!!”
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Epíteto e o controle

por Paulo Coelho
“De todas as coisas que existem, algumas estão ao nosso alcance, e outras não. Estão ao nosso alcance: o pensamento, os impulsos, o querer e o não querer – em uma palavra, tudo aquilo cujo resultado são nossas próprias ações”.
“Mas existem coisas que surgem sem que possamos interferir, nos surpreendem, e neste caso, é preciso saber olhar com sabedoria o que se passa. O que perturba o espírito do homem não são os fatos, mas o julgamento que fazemos a respeito dos mesmos”.
“Não peça que tudo na vida siga o caminho de sua vontade. Reze para que as coisas aconteçam como elas precisam acontecer – e verá que tudo é muito melhor do que estava esperando”.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PIMENTÃO e PÁPRICA - TEMPEROS E ERVAS 7

PIMENTÃO
Originário do México e norte da América do Sul, é considerado um fruto pelo seu paladar adocicado e suas sementes e possui em torno de 2.000 espécies.
Muito apreciado na culinária, mas apresenta propriedades medicinais.
Na culinária é usado desde cru em saladas até cozido, assado ou refogado em pratos a base de carnes, peixes, legumes ou cereais.
O pimentão apresenta varias vitaminas como a C e A, e minerais como Cálcio, Fósforo, Ferro...e pouquíssimas calorias.
É um excelente antioxidante, protege as células,  limpa o estomago, combate germes presentes em intestinos, fortalece pele, unhas e cabelo, desinfeta a mucosa bucal.
PÁPRICA
É o pimentão vermelho seco e moído.
Existem dois tipos a Doce que é o pimentão vermelho seco e moído e a Picante onde é acrescentado algum tipo de pimenta seca e moída e/ou pimenta do reino.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

REFLEXÃO

por Paulo Coelho |
 De Marianne Williamson (A Return to Love):
Nosso maior medo não é o de sermos incapazes.
Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos
É nossa luz, e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa?
Na verdade, por que não?
Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo, ou os nossos filhos.
Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la.
Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Se você ama, por que não diz?

O artigo abaixo do Bruno Astuto descreve bem como a maioria de nós  costuma se comportar em relação ao outro, principalmente a quem se ama.”
"Tenho uma amiga que se orgulhava de, em 23 anos de casamento, nunca ter dito “eu te amo” para o marido. Batia no peito como uma vencedora, como o lado vitorioso de um eterno jogo de sedução, em que apenas uma parte cede, e outra capitula. Sua estratégia, garante, deixou-o sempre apaixonado, “no cabresto”. Quando ela o conheceu, disse-me, ele não era o homem sensível que se tornou ao longo de duas décadas, mas um rapaz agitado, que não parava com ninguém. “Eu nunca telefonei para ele para nada”, festejava. “E ele sempre me ligou”.
No fim do ano passado, uma tragédia abateu-se sobre esse casal. O marido teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. Minha amiga não teve tempo de se despedir, nem mesmo de tentar salvá-lo — foi um enfarto de uma rara violência. O golpe lhe foi fatal; ela o adorava, mas não a ponto de lhe contar que o amava. “Disse por gestos, que, no começo, nunca eram suficientes. Com o tempo, ele passou a entender que não fazia parte da minha natureza dizer isso”.
Numa conversa recente, pedi à viúva que me deixasse publicar seu relato. Ela concordou, porque achava importante dividir com as pessoas a maior dúvida que lhe restou dessa terrível experiência: será que é realmente necessário economizar belas palavras? Quando será que dizê-las não demonstra fraqueza e vulnerabilidade? Por que somos tão pródigos com críticas e reprimendas e tão lacônicos com os momentos de emoção que o outro nos proporciona? Por que temos vergonha de dizer que amamos o marido, a mulher, o pai, a mãe, os irmãos e os amigos? E, se o dissermos, até que ponto não parecemos carentes e pegajosos?
“Antes de me casar, tive vários namoradinhos que sempre reclamaram do meu jeito fechado. Mas era simplesmente impossível para mim dizer o que sentia com tanta facilidade. Fui criada por pais amorosos, mas do jeito deles — era raro quando eles diziam que amavam a mim ou aos meus irmãos. Acho que minha grande influência foi a minha avó, que me dizia para tomar cuidado para não virar peteca na mão dos homens. E eu via o exemplo dos meus irmãos, que se desmanchavam para as meninas e, pelas costas, debochavam porque elas estavam no papo. Elas eram completamente românticos e melosas, e, quanto mais se apegavam, mais eles corriam. Disse pra mim mesma: ‘nenhum homem vai me chamar de melada’. Formei uma casca grossa, e conheci o meu marido.
Éramos amigos de faculdade, mas só começamos a namorar depois. Ele era o que a gente chama de galinha, mas isso era coisa da idade. Com o tempo e alguns perdões depois, engrenamos num relacionamento maravilhoso. Nós nos entendíamos muito bem, ganhamos dinheiro juntos, ele não economizava nas gentilezas. Só eu que não conseguia vencer a barreira de dizer a ele o quanto eu o amava. Nos primeiros anos, ele pedia que eu dissesse as palavras mágicas, mas eu não disse. Quando ele vinha me abraçar, cheio de chamegos, eu respondia: “tá, tá, vou fingir que acredito”, numa postura cínica em relação ao amor dele, o que era injusto, porque ele já tinha me dado várias demonstrações de que era um amor verdadeiro. Acho que eu passei nosso casamento inteiro tentando que ele provasse que me amava de verdade e, a cada prova que ele dava, eu queria outra maior para, enfim, poder dizer o que eu sentia e o que ele queria ouvir. A morte dele foi uma estupidez, ele era novo demais e merecia ter sabido, em bom português, o quanto ele era amado pela sua mulher. Hoje vejo que gestos não bastam; dizer é parte da natureza humana. Vejo pelos meus sobrinhos que os jovens não sabem mais o que é romantismo, que eles se tornaram robôs que encontram e desencontram pessoas na balada e que namorar é um ato banal, de passar um tempo juntos dando beijo na boca”.
Respondi a essa amiga que ela não deveria se culpar; que seu marido, um sujeito mais do que generoso, sabia muito bem o quanto ela o amava, porque era um homem feliz. Mas é fato que existem impulsos que merecem escapar do controle do nosso senso de parcimônia, e que devem, sim, nos subjugar. Qual o problema de nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Quem disse que nós só devemos abrir a boca quando tivermos certeza do que sentimos, posto que a certeza muda tanto com o passar do tempo? Num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Facebook, protegidos pela tecla de um computador, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais, pegar um carro, enfrentar o trânsito, subir o evelador, tocar a campainha e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração, que começou na minha, quando a AIDS explodiu e nós ignorávamos a realidade da doença, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia.”
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Uma lenda do Pólo Norte


Conta uma lenda esquimó que, na aurora do mundo, não havia qualquer diferença entre homens e animais: todas as criaturas viviam em harmonia sobre a face da Terra, e cada uma podia transformar-se na outra, a fim de entendê-la melhor. Os homens viravam peixes, os peixes viravam homens, e todos falavam a mesma língua.
“Nesta época”, continua a lenda, “as palavras eram mágicas, e o mundo espiritual distribuía fartamente suas bênçãos. Uma frase dita ao acaso podia ter estranhas conseqüências; bastava pronunciar um desejo que este se realizava”.
Foi então que todas as criaturas começaram a abusar deste poder. A confusão se instalou, e a sabedoria se perdeu.
“Mas a palavra continua mágica, e a sabedoria ainda concede o dom de fazer milagres a todos que a respeitam”, conclui a lenda.por Paulo Coelho
Que incrível uma lenda tão antiga ser tão atual, abuso, confusão, perda da sabedoria...
Por isso muito cuidado com o que você pensa e fala.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

domingo, 22 de janeiro de 2012

PAZ MUNDIAL

Perguntaram para Madre Teresa: 
 "Como poderíamos promover a paz mundial?" 
 Ela disse: 
 "Vá para casa e ame a sua família." 

Será que preciso fazer algum comentário sobre a resposta?

Por um mundo melhor, COMEÇANCO POR MIM!!! 
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

sábado, 21 de janeiro de 2012

O PESO QUE DAMOS AOS TEMAS

Ontem, eu estava lendo uma página de reportagens quando me deparei com o comentário do Carlos Nascimento:
“O jornalista Carlos Nascimento criticou, durante a abertura do “Jornal do SBT” da última quinta-feira (19), as discussões em torno do suposto estupro no reality show Big Brother Brasil e a repercussão do hit “Luiza no Canadá”. “Ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos, ou nos tornamos perfeitos idiotas, não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro”, comentou o âncora.”
E eu vou um pouco mais longe.
Quando damos peso a temas como esses, na verdade estamos saindo de nós, estamos deixando de ficar em contato com nossa essência.
São duas coisas diferentes: Uma, é saber que isso acontece e trazer para dentro de mim como exercício de raciocínio – o que esses assuntos acrescentam na minha vida, que bem eles me trazem...Outra, é entrar nesse debate que me mantém no externo, fora da minha realidade de ser.
Quando fico no externo, estou deixando de viver o agora, de dar um abraço agora, um beijo, de dizer o quanto esta pessoa é importante para mim, de dizer “eu te amo”, de fazer um elogio,ou qualquer outra coisa que gere em mim emoções boas e/ou bem-estar.
Resumidamente a questão é: Não é se alienar do que acontece a sua volta, mas não dar peso a que não te acrescenta.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PARADIGMAS

“Conta uma velha história budista: um homem vai passando por uma aldeia, em pleno temporal, e de repente vê uma casa pegando fogo. Ao se aproximar, nota um outro homem – (a fábula usa uma bela imagem: “com fogo até nas sobrancelhas”) – que grita em sua direção:
– Está chovendo?
O viajante fica surpreso.
– Sua casa está pegando fogo! – diz.
– Preciso saber se está chovendo. Minha mãe me disse que a chuva pode nos trazer pneumonia.
Zao Chi comenta sobre a fábula: “sábio é o homem que consegue mudar de situação quando se vê forçado a isto. Tolo é o homem que não confia na mão de Deus, apenas nas respostas de seu semelhante”. Publicado por Paulo Coelho”
Paulo Coelho é fantástico e nesse conto é possível ter a nítida percepção de como vivemos presos em paradigmas e falsas crenças.
O quanto é difícil raciocinar em cima de modelos populares e familiares.
Mas temos que nos lembrar que esses padrões, principalmente os familiares, são o medo do novo, do diferente, de tudo que possa mudar a ordem pré estabelecida.
Só que o preço que se paga para manter esse estatus é a prisão do ser, da liberdade de ser.
Será que vale a pena se castrar para manter essa situação?
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LAVANDA – TEMPEROS E ERVAS 6

Também conhecida como Alfazema é originária da região do Mediterrâneo.
Cresce em  pequenas touceiras nos jardins, plantações ou  vasos.
São usadas em armários para aromatizar  e prevenir contra insetos e parasitas.
Mas seu uso mais popular é na fitoterapia.
Desde a Grécia antiga foi usada na perfumaria e na Roma antiga já era empregada pelas suas propriedades terapêuticas.
Calmante, relaxante,anti-séptica, antiinflamatória, antifungos, antiespasmodica, problemas respiratírios, dores de cabeça e enxaquecas, cicatrizante entre outras indicações.
Tem uso também na culinária para aromatizar geléias, vinagres, cremes e carnes.
No Brasil tem plantação em Morro Reuter no Rio Grande  do Sul, chegando a ter a festa da lavanda.

Creme de Lavanda – doce
500ml de leite integral
5 flores de lavanda
3 rodelas de limão siciliano
3 gemas
150g de açúcar demerara (ou de sua preferência)
2 cl de sopa de amido de milho (popularmente conhecido como maisena)

Ferva o leite, tire do fogo e acrescente as flores de lavanda e o limão. Tampe e deixe em infusão por 15 minutos
Enquanto o leite está descansando, bata as gemas com o açúcar até esbranquear, acrescente o amido, misture bem e reserve.
Coe o leite na mistura de gemas, mexa bem com um misturador (foier), despeje em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar; e cozinhe por mais 2 minutos.
Coloque em um pirex ou taças e quando esfriar, leve a geladeira.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

LOURO - TEMPEROS E ERVAS 5

O Loureiro é uma árvore originária da região do mediterrâneo podendo atingir até 10 m de altura.
Diz a lenda que a ninfa Dafne  ao ser perseguida pó Apolo pediu aos deuses que a transformasse para não perder sua pureza.e assim nasceu o Loureiro.
Na Grécia antiga as folhas de louro eram usada para confeccionar coroas que eram dadas aos vencedores como atletas e heróis nacionais. Em Roma os Césares eram coroados com essas coroas.
Seu uso terapêutico se deve a suas propriedades digestivas – alivia azia, mau hálito, indisposição estomacal.
No Brasil as folhas de louro não podem deixar de estar presente nos feijões.
Muito usado também para temperar carnes.

CARNE ASSADA
Como eu sei que cada região do Brasil e países tem denominações e formas de cortes diferentes, por isso indicarei qualquer tipo de carne bovina própria para se assada. Por exemplo: alcatra, maminha, peixinho, fraldinha, contra-filé, filé sem osso ou com osso ...
1 saco de celofane próprio para ir ao forno
1 k de carne bovina própria para assar 
3 galhos de alecrim de mais ou menos 1 palmo de comprimento
3 folhas grandes ou 5 pequenas de louro
3 fatias de gengibre
Shoyo ou molho inglês a gosto – cuidado só para não salgar

Perfure a peça de carne com uma faca para entranhar o tempero;
Coloque a carne e os temperos no saco de celofane fechando bem e deixe marinar por no mínimo 2 horas.
Após o tempo de marinar, coloque o saco com a carne em uma bandeja ou travessa própria para forno.
Coloque tudo no forno pré-aquecido por no mínimo quarenta minutos em fogo baixo, dependendo do gosto.
Se preferir uma carne mais cozida, sem sangramento, deixe mais tempo.
Se preferir uma carne com crosta, após meia hora de forno, retire o celofane e deixe até o ponto que você gosta.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

DESVALORIZAR

"Nunca desvalorize ninguém...guarde cada pessoa perto do seu coração, porque um dia você pode acordar e perceber que perdeu um diamante enquanto estava muito ocupado colecionando pedras falsas".   autor desconhecido
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um novo passo em falso

por Paulo Coelho |
"Como nada muda da noite para o dia, o guerreiro dá um novo passo em falso e mergulha mais uma vez no abismo. Os fantasmas o provocam, a solidão o atormenta. Como agora tem mais consciência de seus atos, não pensava que isso fosse tornar a acontecer.
Mas aconteceu. Envolto pela escuridão, ele se comunica com seu mestre.
“Mestre, caí de novo no abismo”, diz. “As águas são fundas e escuras”
“Lembra-te de uma coisa”, responde o mestre. “O que afoga não é o mergulho, mas o fato de permanecer debaixo d´água”.
E o guerreiro usa o resto de suas forças para sair da situação em que se encontra.’

E assim é por toda a vida.
Estaremos sempre derrapando e isso é bom porque nos dá verdadeira dimensão de onde estamos e do que ainda podemos fazer para melhorarmos. Os mergulhos existem para mostrar quanto somos capazes.
Não tenha medo deles. Use-os com sabedoria.
Por um mundo melhor, COMEÇANDO POR MIM!!!
Elizabeth Giaretta Rocha  -  Terapeuta Ocupacional